Durante o encontro, mais de 200 servidores municipais discutiram a respeito da exposição as telas, jogos que podem servir como veículo de disseminação de sinais que induzem crianças e adolescentes a violência

Raps promove palestra voltada para prevenção da violência extrema

Durante o encontro, mais de 200 servidores municipais discutiram a respeito da exposição as telas, jogos que podem servir como veículo de disseminação de sinais que induzem crianças e adolescentes a violência

Por Andrine Teixeira Garcia 23-04-2026 | 15:55:40
Tags: Raps , Palestra , Violência

A Rede de Atenção Psicossocial (Raps) da Secretaria de Saúde (SMS) promoveu nesta quarta-feira (22) a palestra denominada “Precisamos falar de violência”, que abordou tópicos voltados para os possíveis perigos encontrados nas redes sociais e jogos onlines, enquanto discutia a exposição de crianças e adolescentes ao tema. O momento reuniu mais de 200 servidores públicos e faz parte do encontro mensal realizado por meio do projeto de educação permanente para os funcionários da Raps. 

A palestra foi ministrada pelo procurador de justiça, pós graduado em Inteligência Estratégica e Defesa Nacional, Fábio Pereira, que coordena o Núcleo de Prevenção a Violência Extrema do Ministério Público do Estado. Ele abordou sobre os impactos gerados pelo uso excessivo de telas em dispositivos eletrônicos, a falta de supervisão dos responsáveis durante este momento, os significados dos emojis, símbolos e números, além de debater as razões por trás das ocorrências dos ataques de violência em escolas e quais os métodos para evitá-los. A chefe da pasta de Saúde, Ângela Vitória, e a promotora de Justiça da Vara da Infância e Juventude, Luciara Pereira, também estiveram presentes. 

Segundo a coordenadora da Raps, Luciane Kantorski, a temática trabalhada levanta um alerta importante para o monitoramento do uso de telas por parte de crianças e adolescentes, destacando a necessidade do acompanhamento dos responsáveis. É fundamental que o comportamento destes jovens seja observado, para que condutas de violência ou de isolamento sejam identificadas e se forneça a ajuda necessária.

Imagem de capa - Divulgação
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