Gestores do projeto pedem ajuda para coletar tampas plásticas, para a construção de um painel artístico.

Alunos participam de oficinas do projeto Tampart

Gestores do projeto pedem ajuda para coletar tampas plásticas, para a construção de um painel artístico.

Por Autor desconhecido 28-06-2018 | 17:36:48
Tags: tampart , tampinhas de plástico , sdeti , meio ambiente , educação ambiental , smed

      Foi em uma caminhada pela praia no inverno que Ubiratan Fernandes, após encontrar muitas tampas plásticas jogadas na areia, decidiu tomar uma atitude contra a poluição dos oceanos. Assim nasceu o projeto Tampart Arte Sutentável, com o objetivo de desenvolver ações lúdicas com jovens e crianças, onde a conscientização ambiental fosse a ideia norteadora. 

      Em Pelotas, as atividades integram um projeto-piloto e iniciaram na segunda-feira (25), no pátio interno do Mercado Central, com a participação dos alunos de 4º e 5º ano da Escola de Ensino Fundamental Brum de Azeredo. 

Oficinas com alunos da rede pública ocorrem no interior do Mercado Central. Fotos: Marcel Ávila.

      Nas oficinas, os alunos têm a oportunidade de construir desenhos com o uso de tampas plásticas. Um vídeo com a história do projeto também é apresentado durante as visitas, para que os estudantes possam entender o objetivo do painel de tampinhas de garrafa pet – exposto no interior do Mercado Central. 

      No final de cada encontro, Fernandes pede que as pessoas colaborem com a coleta de materiais, que podem ser qualquer tipo de tampas fabricadas com material plástico.

      Durante os meses de junho, agosto e setembro, seis escolas confirmaram participação nas oficinas:

- Emef Brum de Azeredo

- Emef Ferreira Viana

- Emef Jeremias Fróes

- Emef Carlos Laquintinie

- Emef Nossa Senhora do Carmo

- Emef Alcides Lima.

      A iniciativa tem o apoio da Prefeitura, através da Secretaria de Educação e Desporto (Smed) e da Secretaria de Desenvolvimento, Turismo e Inovação (Sdeti).

Vamos construir um painel

      A intenção dos organizadores, ao final das oficinas, é construir, com a ajuda dos alunos das escolas e da comunidade, um painel para substituir o que está em exposição. Para isso, Ubiratan destaca que precisa reunir cerca de 300 mil tampas, de variados tipos, para compor a obra sustentável, que será o desenho de uma baleia.

Por onde passou

      O projeto já passou por diversas cidades do país – Porto Alegre e Vila Velha são alguns exemplos – e também do exterior – a Cidade de Cali, na Colômbia, recebeu a iniciativa –, e no município encontrou apoio nos Poderes Executivo e Legislativo para trabalhar com preservação ambiental junto a alunos de 7 a 12 anos. 

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