Ano de sucesso para o Theatro Sete de Abril

Por Divulgação 30-12-2005 | 00:00:00
Tags:

O Theatro mais antigo em funcionamento ininterrupto do país fecha o ano de 2005 com sucesso. Espetáculos, oficinas, atividades e visitas superaram anos anteriores e levaram um grande público à casa de espetáculos. Foram 137 espetáculos, com público de 48.384 pessoas; cinco oficinas, com 170 participantes; cinco atividades no foyer, com público de 790 pessoas; uma visita interativa, com 400 participantes. As visitas ao Memorial (em exposições diversas), levaram 778 visitantes ao Sete. O Theatro abriu as portas 148 vezes, totalizando um público de 50.522 pessoas. Passando, assim, a atender única e exclusivamente o seu objetivo precípuo: o de casa de espetáculos.

"Mas todo esse sucesso só foi possível graças a muito trabalho", pondera Valesca Athaídes, diretora executiva do Theatro Sete de Abril. Na primeira semana do governo Bernardo de Souza, em janeiro de 2005, foi realizado um mutirão de limpeza no local. Saíram seis carretas de lixo, retirando desde cadeiras quebradas até materiais que não eram mais utilizados. Foi realizado, também, manutenção em equipamentos armazenados de forma indevida e que estavam se deteriorando. O palco, da mesma forma, precisou sofrer manutenções e o fosso da orquestra - que estava com seu madeiramento apodrecido - recebeu uma reforma provisória. Essa reforma no fosso permitiu o uso do espaço para a opereta “Os Bacharéis”, que aconteceu nos dias nove e dez de dezembro, por exemplo.

Outros dois espaços foram reativados: o foyer do Theatro e o sobrepalco. A reativação do primeiro, permitiu a realização do Projeto Clube do Jazz; pelo segundo, passou o Centro Coreográfico do Theatro, com direção de Augusto Lima e oficina de iluminação de Ricardo Lima, do Instituto Estadual de Artes Cênicas. Para a Secretária de Cultura, Beatriz Araujo, a reativação desses espaços representa um bom uso do patrimônio público."Com uma simples limpeza, disponibilizamos mais uma dependência do Theatro à comunidade", relata, a Secretária de Cultura, Beatriz Araujo, referindo-se ao sobrepalco. Atualmente existe, junto à administração do Sete de Abril, uma preocupação de registrar, através de autorização de uso, toda e qualquer atividade desenvolvida nas dependências do Theatro. "Adotamos, desta forma, uma política de transparência no uso do patrimônio público", enfatiza a titular da pasta da Cultura. Todo o recurso auferido a partir do uso das dependências do Theatro foi revertido nas melhorias acima mencionadas, bem como a apoios de eventos na área das artes cênicas e da música. Em 2005, o Sete de Abril também reposicionou Pelotas aos roteiros dos grandes projetos nacionais, como com o Projeto Pixinguinha, além da realização de importantes espetáculos pelotenses, que levaram ao palco a Cia. de Dança Daniel Amaro; a Escola de Ballet Dicléia Ferreira de Souza; o espetáculo Tholl - imagem e sonho; o Projeto Sete ao Entardecer - da Secretaria de Cultura, dentre outros. Para completar, a comunidade e, em especial, estudantes, tiveram a oportunidade de conhecer os bastidores do Sete, através de uma visita interativa, que ocorreu durante a Semana Internacional do Teatro, de 20 a 26 de março.

Alt+1 (conteúdo) • Alt+2 (menu)
Alt+3 (busca) • Alt+4 (rodapé)