Apae pede auxilio da prefeitura para não fechar
A preocupação com o futuro da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), de Pelotas, levou o presidente da entidade, advogado Ederli Siqueira Añaña, a procurar o prefeito Adolfo Antônio Fetter na tarde desta quinta-feira (20). A reunião ocorreu no Gabinete do prefeito.
A Apae assinou um convênio com a prefeitura em 1999. Por determinação da Justiça, o convênio foi rompido no ano passado. Ocorre que muitas pessoas que prestaram serviços acionaram a Apae na Justiça do Trabalho.
O temor de Añaña é que os bens da instituição comecem a ser leiloados para o pagamento das dívidas trabalhistas. “Se não houver uma alternativa para essa situação poderemos até fechar as portas”, alerta o presidente.
Dentre as ações, alguns advogados aceitaram incluir a prefeitura como litisconsórcio (integrante também da ação), mas um deles, representante de cerca de 20 pessoas, foi irredutível e decidiu acionar somente a Apae. Essa ação gira em tono de R$ 70 mil. “Não temos esses recursos ‘, admite Añaña.
O prefeito Fetter determinou ao secretário de Governo, Abel Dourado, que entre em contato com o secretário da Saúde, Francisco Isaias, e o procurador geral do município, Saad Amin Salim, para que seja estudada a forma legal pela qual a prefeitura poderá contribuir com a entidade. A Apae Pelotas atende em torno de 200 pessoas.