Atendimento traumatológico próximo de ser restabelecido

Por Divulgação 25-04-2008 | 00:00:00
Tags:

As negociações para o restabelecimento do atendimento traumatológico no Pronto-Socorro de Pelotas (PSP) estão próximas do fim. “Estamos batalhando para que na próxima semana tudo esteja acertado”, afirma o secretário de Saúde de Pelotas, Francisco Isaías. Os médicos pediram demissão há 15 dias. Três dos cinco profissionais necessários já concordaram em voltar ao trabalho. A Secretaria de Saúde de Pelotas (SMS) busca agora completar este quadro.

Todas as reivindicações dos médicos foram atendidas pela SMS. O Município dispõe agora de 21 leitos traumatológicos: nove na Santa Casa de Misericórdia de Pelotas, oito na Sociedade Beneficência Portuguesa e quatro no Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP). Com a diretoria deste foi assinado um termo para criação de uma enfermaria traumatológica, sob responsabilidade do HUSFP e custeio da SMS. Todos os centros disponibilizaram ainda bloco cirúrgico. “Houve um avanço grande. Ainda faltam estabelecer alguns pontos, mas esperamos que até a próxima semana esta situação esteja resolvida”, reafirma o secretário adjunto de saúde, Armando Manduca.

A prioridade para ocupar as duas vagas da traumatologia é dos antigos médicos do PSP. “Nisso contamos com o auxílio do promotor Paulo Charqueiro, que entende que as exigência foram atendidas e está nos apoiando nas negociações”, explica o secretário de Saúde, Francisco Isaías. Caso não se chegue a um acordo, duas outras soluções são analisadas: a contratação de profissionais de Rio Grande ou acordos com traumatologistas vinculados a hospitais da cidade. Isaías destaca que até o retorno do serviço ninguém ficará sem atendimento traumatológico. Aqueles que necessitam deste serviço são levados pela SMS para receber o tratamento em Rio Grande.

Como ficará

O atendimento traumatológico do Pronto-Socorro de Pelotas funcionará da seguinte maneira: cinco profissionais dividirão os plantões. Cada um deles é responsável pelo atendimento em um dia da semana, além de realizarem rodízios nos finais de semana. Estes plantões são de sobreaviso, ou seja, o médico não fica no PSP, mas é acionado pelo telefone quando pacientes necessitam de atendimento traumatológico.

Os casos de emergência, quando o ferido carece de cirurgia imediata, serão encaminhados para o HUSFP. Quando a cirurgia pode ser agendada, isso será feito com a Beneficência ou a Santa Casa. Toda esta estrutura de retaguarda já está garantida através de convênios firmados com os hospitais.

Alt+1 (conteúdo) • Alt+2 (menu)
Alt+3 (busca) • Alt+4 (rodapé)