BNDES aprova o Programa de Modernização da Prefeitura

Por Divulgação 30-07-2004 | 00:00:00
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Pelotas está entre os quatro municípios de todo o país que conquistaram o apoio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para implantar a segunda etapa do Programa de Modernização da Gestão Municipal, criado pela Prefeitura de Pelotas. Esta semana os técnicos do banco encerraram a visita de análise das ações projetadas e desenvolvidas pela Prefeitura para modernizar a máquina administrativa. Entre as intervenções apresentadas pela Secretaria de Finanças (SMF), o Sistema de Informatização da Saúde (SIM), instalado em parte, foi considerado modelo pelos avaliadores. O BNDES também constatou a viabilidade de um segundo financiamento para o programa – que, via de regra, não tem complemento – apenas em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Belém. Mas foi em Pelotas que os técnicos se surpreenderam e destacaram à Prefeitura a concepção adiantada e funcional do Progem 2 em relação às grandes capitais. “É como receber um selo de qualidade em gestão pública”, comparou o titular da SMF, Marcos Bosio. De modo geral, o passaporte para o novo contrato com o banco foi à aplicação adequada dos recursos nos últimos três anos e meio. Aquisição de mais de 300 computadores, treinamento em automação de escritório (programas de informática como Star Office) de grande parte dos municipários, atualização cadastral da planta imobiliária e um programa integrado de gestão foram algumas das medidas implantadas na primeira fase da eficientização da máquina administrativa. Agora, a Prefeitura entregará à cidade o Centro Administrativo Grande Hotel, a gestão de Saúde totalmente informatizada e uma Rede de Proteção Patrimonial, além de uma base de dados atualizada e única (Projeto Geoprocessamento) e da qualificação dos servidores em nível de graduação e pós-graduação (Projeto Qualificar) – as cinco ações do Progem 2. O produto final é o atendimento rápido e qualificado a população. Através do Progem, a Prefeitura vai aplicar um total de R$ 5,8 milhões, em quatro áreas de intervenção – Tributária, Gestão da Saúde, Administração Geral e Secretarias. Todas as cinco ações em que o projeto está dividido já estão em andamento.

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