Capacidade máxima no apoio à manutenção do pavimento
Totalmente recuperada, usina de asfalto garante o suporte à nova pavimentação e a pequenas obras.
A manutenção da pavimentação asfáltica e as novas ações desencadeadas pela Secretaria Municipal de Obras (SMO) têm contado com reforço de fôlego renovado. Funcionando em plena capacidade, a usina de asfalto da prefeitura pode atingir uma produção por hora entre 30 e 40 toneladas de massa asfáltica. Esta produção vem somando-se às demais obras de infra-estrutura viária como a travessa da avenida Ferreira Viana de acesso ao prédio do Ministério Público, concluída esta semana.
O complexo da usina gerenciado pela SMO foi adquirido em 1985, na primeira gestão do prefeito Bernardo de Souza, depois de parada há algum tempo devido à falta de peças, foi integralmente recuperada nos últimos dois anos. O pleno funcionamento, segundo o Secretário de Obras, João Tavares, tem assegurando a intensificação das ações: “estamos produzindo em boas condições, o que tem nos ajudado a recuperar o pavimento antigo, manutenir o novo e acelerar pequenas obras”, disse Tavares, observando que às vezes, também ficam submetidos às condições do tempo.
O funcionamento da usina se dá numa média de três horas por dia, intercaladas, quando cerca de 25 toneladas de asfalto são produzidas. A cada hora de produção o material é levado até as equipes de operações nas ruas. Para se ter uma idéia da produção, Tavares traça uma comparação: “hoje a maior usina de asfalto da cidade é da Construtora Pelotense que produz para grandes obras cerca de 120 toneladas por hora”. A tonelada do material está avaliada em R$ 260,00.
Novo acesso
Com capacidade plena de produção da usina, o atendimento do compromisso assumido com o Tribunal Regional do Trabalho para a pavimentação da travessa um da avenida Ferreira Viana foi facilitado. A via dá acesso aos novos prédios do complexo judiciário. A SMO foi responsável pela terraplanagem e pavimentação asfáltica do trecho. As operações Tapa Buraco também puderam ser intensificadas e distribuídas em diferentes frentes espalhas pelos bairros da cidade em virtude da grande demanda ocasionada pela idade do pavimento mais antigo.
Estrutura
Com a revitalização do complexo, a usina foi reestruturada e agora conta com um caminhão espargidor, dois rolos compactadores, dois caminhões caçamba, três tanques renovados de 25 mil litros para armazenagem de cimento asfáltico, uma caldeira de aquecimento e uma retroescavadeira para a confecção e aplicação do asfalto. Tudo conduzido por 25 funcionários entre o laboratório, linha de produção e operadores de pista. Conforme João Tavares, a SMO também adquiriu novos filtros que ampliaram a retenção na emissão do material particulado.