Carnaval: Prefeitura cogita Plano B
O prefeito Adolfo Antonio Fetter conduziu, no início da tarde de hoje (12), reunião da qual participaram representantes de todas as secretarias de governo diretamente envolvidas com a logística do Carnaval de Rua de Pelotas e afirmou que existe a possibilidade de o Carnaval 2012 ser realizado no bairro Simões Lopes, na área da Viação Férrea. Segundo ele, a ideia começa a ser cogitada em função de uma série de fatores, dentre os quais a falta de tempo hábil para que se providencie a logística necessária à realização do evento na área localizada atrás do Centro de Eventos da Fenadoce. “Os prazos dos processos licitatórios incluindo a pavimentação da área do Distrito Industrial, mais especificamente da Avenida Pinheiro Machado, e o projeto de iluminação do local aguardam conclusão, por isso o chefe do Executivo deixou claro que, mesmo existindo a possibilidade de realização do Carnaval 2012 no leito da viação férrea, as ações que permitirão a utilização na área próxima à Fenadoce terão continuidade. “Por uma questão de cautela, estamos cogitando o “Plano B”, pois a apenas dois meses da realização do evento, não podemos correr o risco de as intervenções de logística não ficarem prontas a tempo, inviabilizando a realização do Carnaval de Rua. Existe ainda a questão da interpelação judicial por parte da Advocacia Geral da União, que entende ser necessárias a implementação de diversas medidas no entorno da área da Fenadoce para minimizar riscos. Fetter contou ainda que já ocorreu reunião preliminar entre Prefeitura e os proprietários da área do Simões Lopes, e nesta próxima quarta-feira (14), nova reunião com os representantes do Grupo Guanabara está pré-agendada. Ele explanou aos presentes que a possibilidade de realização do evento no leito da viação férrea não é interessante nem para a Prefeitura e nem para o Grupo Guanabara, pois os gestores do Guanabara já têm projetos de utilização para aquela área, além do que, está localizada em zona central e residencial, próxima a dois hospitais, e o espaço em si, não gera possibilidade de expansão. “Em anos anteriores faltou espaço para a alocação de mais camarotes por que a área em si, não tem para onde expandir”, contou. “Uma das poucas vantagens que consigo visualizar naquele espaço é o fato de já estar quase pronto, com pavimentação, cercamento e projeto elétrico formatado”, disse ele.