Comissão pleiteia a ministro repasse de R$ 25,32 milhões

Por Divulgação 23-03-2010 | 00:00:00
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Como principal encaminhamento do pleito de garantia e agilização do repasse de verbas para instituição do Parque Tecnológico de Pelotas, feito ontem(22) pelo prefeito Adolfo Antonio Fetter ao secretário estadual da Ciência e da Tecnologia, Artur Lorentz, uma nova audiência acontecerá no final do mês em Brasília. Acertos das rubricas orçamentárias de R$ 25,32 milhões, previstas por meio de emenda parlamentar ao Orçamento Geral da União (OGU), serão discutidos por uma comissão no Ministério da Ciência e Tecnologia, no dia 31 de março, com o titular da pasta, Sergio Machado Rezende. A decisão foi tomada ontem pela manhã, no gabinete de Lorentz, em encontro do qual também participaram o secretário de Desenvolvimento Econômico, Carlos Mário Santos, o coordenador geral da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP), Jair Seidel, e o vereador Eduardo Macluf (PP). Representantes das três instâncias governamentais, incluindo o deputado federal Beto Albuquerque (PSB), autor da emenda, e dos polos de tecnologia confirmarão, com o ministro, o repasse da verba e o prazo efetivo. Seis instituições são beneficiárias do montante aportado, cabendo R$ 4,22 milhões a cada uma delas: parques de Pelotas, da Universidade de Passo Fundo (UPF), da Univates (Lajeado) e da Universidade de Santa Cruz do Sul (Unisc), além dos institutos de Pesquisa da Fepagro e de Células Troncos, vinculado à UFRGS. Os interesses de desenvolvimento e pesquisa destas regiões, bem como o crescimento econômico que poderá ser alavancado, pautarão os diálogos na Esplanada. Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, este esforço é peculiarmente decisivo porque não basta a iniciativa de Albuquerque de coordenar, na bancada gaúcha do Congresso, o plano de incentivos à incubação no Estado. “Precisamos saber se estas verbas não estão no pacote de R$ 21 bilhões contingenciado, pelo governo federal, para o exercício de 2010”, adverte. Outra preocupação do gestor diz respeito ao prazo reduzido em razão das eleições deste ano. Todo dinheiro que não for depositado, na conta da prefeitura, até o dia 3 de julho, só entrará no erário em novembro. “Este é mais um motivo para mobilizar o executivo federal”, assinala Santos.

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