Depredação do patrimônio causa prejuízo de R$ 37,5 mil por mês
Nesta semana, um banco de madeira e metal, recém fixado na rua Gomes Carneiro, foi arrancado de sua base
A depredação do patrimônio público é um problema recorrente em Pelotas. Recursos financeiros e humanos são gastos todos os meses para reposição de parte do mobiliário urbano devido a atos de vandalismo e furtos. O prejuízo mensal é de aproximadamente R$ 37,5 mil. Placas de sinalização, paradas de ônibus e contêineres de lixo são os principais alvo do vandalismo. Nesta semana, um banco de madeira e metal, recém fixado na rua Gomes Carneiro, foi arrancado de sua base.
Fotos: Marcel Ávila e Gustavo Mansur
Conforme o engenheiro do Departamento de Resíduos Sólidos do Sanep, Edson Plá Monterosso, já são 17 contêineres incendiados de julho deste ano até agora. A maioria dos crimes ocorre no Centro. A média é de quatro contêineres perdidos por mês. Cada um custa em torno de R$ 1,5 mil. A reposição é imediata para que a coleta seletiva do lixo não seja interrompida.
O que restou de um contêiner incendiado no centro de Pelotas
As placas de sinalização de trânsito são diretamente afetadas pelas pichações, que podem comprometer a sua visualização ou alterar o seu sentido. Os principais furtos são das placas de "Pare" e de indicação de pontos de ônibus. Em torno de 90 estruturas são repostas todos os meses em diversos bairros. O custo do médio de cada uma é de R$350.
O secretário de Transporte e Trânsito, Flávio Al Alam, alerta que a falta de sinalização põe em risco a população, pois aumenta a possibilidade de acidentes. Por conta disso, estruturas são trocadas apenas por um sinal de picho ou alguma adesivação indevida.