Equipe de assistência social de Caçapava conhece Peti local
Programa de erradicação do Trabalho Infantil (Peti), em execução em Pelotas, é tema de reunião
Conhecer o funcionamento e as experiências desenvolvidas em Pelotas, desde 2015, no Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) motivou a equipe de profissionais da Secretaria de Assistência Social de Caçapava do Sul, a visitar a cidade e realizar reunião, na manhã desta segunda-feira (26), na Secretaria da Assistência Social (SAS).
A secretária adjunta de Assistência Social de Caçapava do Sul, Solange Tavares; a coordenadora do Peti do município da Zona Sul, Daniela Fontoura Motta; e a psicopedagoga Lúcia Machado foram recebidas pela chefe do Departamento de Proteção Social Especial de Média Complexidade, Aline Crochemore Hillal de Maicá, responsável pela condução do programa em Pelotas.
Fotos- Janine Tomberg
Criado pelo Governo Federal, o Peti visa proteger crianças e adolescentes, menores de 16 anos, contra qualquer forma de trabalho, garantindo que frequentem a escola e atividades socioeducativas. Em Caçapava, o programa está sendo construído, e a troca de experiências tem a função de construir estratégias para o funcionamento do Peti.
Em Pelotas, explicou Aline, a equipe organiza ações estratégicas em cinco eixos: informação e mobilização; identificação; proteção social; defesa e responsabilização; e monitoramento. A equipe de gestão não faz atendimento direto às famílias, mas organiza ações integrando a rede de atendimento intersetorial não só de assistência social, para o atendimento a estas famílias.
Quando e identificado um caso, explicou ela, a rede encaminha para o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), que faz o primeiro atendimento durante um período, depois de superada a situação de trabalho infantil, e realizado encaminhamento ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras).
Enquanto isso, as crianças também acessam o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) e programas relacionados a inserção ao trabalho, no caso de adolescentes a partir dos 14 anos, como o Banco de Talentos, Banco de Oportunidades, e todos os existentes nas estruturas de saúde e educação.