Escolas da zona rural terão garantida qualidade da água

Por Divulgação 05-04-2010 | 00:00:00
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Com o objetivo de fazer a dosagem do cloro e monitorar a qualidade da água nas caixas d’água das escolas da rede municipal, localizadas na zona rural, que são abastecidas por poços e cacimbas, a Secretaria Municipal de Educação (SME), por meio de seu departamento de saúde pública, adquiriu motobombas dosadoras digitais e está iniciando hoje (05), obras de construção de abrigos para estes equipamentos em sete escolas. De acordo com o biólogo da SME, William Azário, as motobombas serão instaladas em todas as escolas da zona rural, abastecidas por poços e cacimbas, que podem apresentar algum tipo de contaminação na água que chega às caixas d’água. Além disso, de acordo com ele, esta ação atende a um compromisso assumido pela SME, junto ao Promotor de Justiça Especializado da Comarca de Pelotas, Paulo Roberto Charqueiro, que tem cobrado e acompanhado as ações que visam à manutenção da qualidade da água que abastece as escolas da zona rural. William conta que estas motobombas fazem o bombeamento do cloro para a caixa d’água, conforme a água entra na caixa, tratando esta água já na entrada, garantindo, desta forma, a boa qualidade do líquido. Iniciando a segunda etapa desta ação, hoje (05), iniciou a construção dos abrigos (casas) para as motobombas, em alvenaria, com portas em alumínio e grades, nas escolas Honorina Torres, Henrique Peter, Evaristo da Veiga, Júlio de Castilhos, Erasmo Braga, Francisco de Araújo e Luis Pereira Lima. De acordo com William, a previsão para o término deste trabalho é de sessenta dias. Esta etapa, somada às oito escolas que já receberam os equipamentos há um ano, conclui a ação que terá equipado as 15 escolas da zona rural, abastecidas por poços, com motobombas e abrigos. Análise do cloro Procurando monitorar constantemente a qualidade da água, nas caixas d’água das escolas abastecidas por poços e cacimbas, a Secretaria Municipal de Educação adquiriu também, estojos de análise de cloro que possibilitarão que o diretor da instituição de ensino, ou qualquer outro funcionário da escola, possa fazer a análise do cloro da sua caixa d’água. Cada escola receberá um estojo de análise de cloro onde fará o exame, e, se constatada alguma alteração, esta deverá ser comunicada imediatamente à SME, para que tome as devidas providências. Trimestralmente, a SME fará a análise do cloro das caixas d’água destas escolas com um colorímetro digital, enviando à Vigilância Sanitária da Secretaria Municipal de Saúde (SMS) o laudo correspondente a estas análises. Concomitante a estas ações, uma funcionária do Departamento de Saúde Pública da SME percorrerá as 15 escolas equipadas com as motobombas e com os estojos de análise de cloro, para dar assistência e orientações sobre o uso destes equipamentos.

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