Especialista palestra sobre Educação para o Trânsito nas escolas

Por Divulgação 11-11-2010 | 00:00:00
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Atividades e envolvimento estendido, com foco na integração interdisciplinar, foram as metodologias mais incentivadas pelo sociólogo, Eduardo Biavati, como fórmula para a ampliação do tema Trânsito em sala de aula. Ao longo desta quinta-feira (11), no Sest/Senat, o especialista, trazido de São Paulo pela Secretaria de Segurança, Transporte e Trânsito (SSTT), abordou dados, relatou experiências e sugeriu procedimentos para sensibilização de educadores e estudantes acerca do ensino de trânsito. O encontro, organizado para marcar o encerramento das ações elaboradas durante o ano dentro do projeto Professores Multiplicadores de Educação para o Trânsito, favoreceu os debates. “Minha proposta hoje, aqui, é mostrar o tamanho da importância de se trabalhar com o tema trânsito na Educação. Quero chamar a atenção que para falar de cinto, por exemplo, temos de associar velocidade, aceleração, limites do sistema nervoso, envolvendo, no mínimo três disciplinas”, destacou reforçando: “Não pode ser uma ação individual e esporádica e, sim, coletiva e continuada”. A ocasião também serviu de espaço para demonstração de trabalhos realizados pelos docentes, como os da professora e diretora da escola municipal Wilson Müller, Adriana Aldrighi, que, mesmo lecionando na Colônia Triunfo, 4º distrito, tem expandido as iniciativas. “Nossa escola está localizada numa área onde os deslocamentos são feitos a pé e por bicicleta, por isso temos trabalhado o trânsito como meio sustentável, valorizando o uso deste veículo”, disse, mostrando a bicicleta de dois lugares que adquiriu recentemente para o seu deslocamento. Adriana também expôs os trabalhos confeccionados, pelos 70 alunos do educandário, com material reciclado e que reúnem noções de trânsito e meio ambiente. Para uma das coordenadoras do setor de Educação da SSTT, a agente Benhara Damero, o encontro é uma oportunidade ímpar de ampliar as discussões e trocar experiências. “Precisamos entender e difundir que os ensinamentos de trânsito na escola devem ser permanentes e não apenas em datas ou eventos específicos. Esperamos, agora, que esses resultados possam mobilizar professores de outros educandários de todas as localidades do Município”, avaliou Benhara, parabenizando o trabalho da professora Adriana. “Ficamos muito entusiasmados quando vemos exemplos como o da escola Wilson Muller que, mesmo no meio rural, distante dos grandes fluxos, familiariza os estudantes com as simbologias e a responsabilidade de cada um no trânsito”.

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