Executadas últimas intervenções nas paradas da Dom Pedro e Osório
Parte das placas de concreto assentadas para formar um corredor de ônibus na rua Dom Pedro II começa a ser substituída. As obras serão realizadas entre as ruas Almirante Barroso e Gonçalves Chaves. “O material utilizado pela empresa não correspondeu à qualidade esperada e por isso será substituído”, explica o coordenador na Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP), Jair Seidel.
Uma vez verificado o fato, o consórcio SPP, contratado por licitação pela Prefeitura para executar as obras, substituiu o fornecedor das placas de concreto. Entre Gonçalves Chaves e General Osório o material utilizado já corresponde às determinações da Prefeitura. Neste trecho a pavimentação está concluída, e o trânsito será liberado em poucos dias.
No espaço entre Barroso e Gonçalves as intervenções deverão se estender por mais 30 dias. Seidel admite que as obras causam transtornos, mas solicita a compreensão da comunidade. “É necessário enfrentar estes contratempos para depois usufruirmos de uma obra duradoura”, diz. Com 17 centímetros de espessura, as placas conferem durabilidade ao pavimento, que precisa suportar o arranque e freadas de veículos pesados.
Ao todo foi reforçado com placas de concreto os 600 metros entre Barroso e Osório. O mesmo caráter de intervenção vem sendo realizado na rua General Osório. Receberam placas de concreto as paradas entre General Argolo e Senador Mendonça e entre avenida Bento Gonçalves e Doutor Amarante. Os locais devem passar por um período de espera – chamado de cura - até que o novo pavimento esteja totalmente assentado, e o trânsito possa ser liberado.
Estava previsto ainda no projeto o assentamento de placas de concreto em outras duas paradas da Osório, entre Floriano e 7 de Setembro e entre Voluntário da Pátria e General Neto. Com as obras de alargamento da calçada nas paradas de ônibus, realizadas por meio do PróMob, as intervenções foram canceladas. “Como os ônibus passaram a circular quase no centro da via, verificamos que as placas não seriam mais necessárias, já que o solo ali é mais consolidado e não se movimenta com o peso dos ônibus, como nas laterais”, explica Seidel.