Família Acolhedora promove primeiro lar

Por Divulgação 16-06-2017 | 00:00:00
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A pequena Isadora, de apenas três meses, agora tem uma família. Um direito que deveria ser seu desde nascença, mas que só foi conquistado com o programa Família Acolhedora. Devido à vulnerabilidade social de seus pais biológicos, a bebê foi encaminhada à Casa do Carinho. Josiane e Carlos Ludtke serão os responsáveis por proporcionar um ambiente familiar à criança. Não é uma adoção, pelo caráter temporário do programa. O casal tem duas filhas e promete muito amor à Isadora. “Lá em casa, ela vai ganhar muito carinho, que é o que mais precisa neste momento. É uma joia rara”, disse Josiane, emocionada com a menina nos braços. A juíza Alessandra Couto de Oliveira, a promotora Luciara Robe da Silveira e o titular da Secretaria de Assistência Social (SAS), Luiz Eduardo Longaray, acompanharam a acolhida, na última quarta-feira (14). As famílias abrigam por no máximo dois anos crianças e adolescentes em situação de risco pessoal e social. Para isso, os participantes recebem um salário mínimo por criança. O período é avaliado pela equipe de profissionais do programa em parceria com o Juizado da Infância e Juventude, Ministério Público, Conselho Tutelar e rede envolvida. Além da família Ludtke, outras duas foram consideradas aptas a participar da iniciativa pela SAS e habilitadas pelo Poder Judiciário. Mais seis famílias ainda estão na fase de estudo psicossocial. Atualmente, os seis abrigos mantidos pela prefeitura atendem 64 crianças e adolescentes.

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