Festival Manuel dá prosseguimento à sua programação

Por Divulgação 02-12-2010 | 00:00:00
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Depois do sucesso da primeira noite de exibições, o Festival Manuel Padeiro de Cinema e Animação, dá continuidade à sua programação. Logo mais à noite, participam da Mostra Competitiva, os seguintes trabalhos: - Galeria – (PR), de Ellyssa Sanches; - Menina da Chuva – (RJ), de Rosamaria Moreira; - Enciclopédia – (RS), de Laura Linn, Okna Produções; - Darluz – (SP), de Leandro Goddinho; - Starta-Heroi – (BA), de Rafael Jardim; - Diga para Minha Família que Eu Estou Preso e Vou Voltar em Um ano – (RS), de Daniel Eizirik; - Garoto Barba – (PR), de Christofer Faust; - Monique Maion – (SP), de Bagadefente. Precedendo a mostra, acontece apresentação de Capoeira, com meio do grupo de Capoeira Angola, da Academia Spazio e oficina aberta e gratuita ao público. Durante a abertura oficial, que aconteceu na noite de ontem(1º), tendo por local o Parque da Baronesa, centenas de pessoas dirigiram-se ao local para apreciar e acompanhar uma das maiores mostras cinematográficas realizadas a céu aberto. Entre o público presente, estavam estudantes de cinema, alunos, professores, profissionais da área, cineastas e comunidade em geral, que aproveitou para travar um conhecimento, de maneira mais próxima, com a sétima arte e para assistir os concorrentes da Mostra Competitiva, oriundos de todos os cantos do país. Para as estudantes de Cinema, Carolina Araújo e Ana Pessoa, ambas vindas de São Paulo, a realização de um evento deste porte, além de fomentar a tradição cultural do município, serviu também para que ambas pudessem estabelecer um contato direto com os diretores dos curtas. “É fantástico poder encontrar, neste espaço, os diretores de cinema, cuja obra estudamos em sala de aula, além do mais, é uma grande oportunidade para que a comunidade de uma maneira geral, tenha este contato com a sétima arte”, relatam elas. A opinião é semelhante à manifestada pela Diretora do Museu da Baronesa, Annelise Montonne: “O Museu da Baronesa, por definição, já é um espaço que abriga a arte, a memória e a cultura do município, por isso, nossas instalações já receberam apresentações teatrais, concertos e uma vasta gama de apresentações e de manifestações artísticas. Se faltava o cinema, agora nosso rol de ações está completo. Além do mais, a contrapartida do Projeto do Festival, ao instalar lixeiras e cuidar da limpeza do parque e preservação deste espaço, lega um exemplo a ser seguido, de uma nova consciência ecológica e de preservação do meio”, finaliza ela. O imenso telão instalado no jardim do Parque encantou especialmente as crianças, como a pequena Camila Sanes, de apenas 5 anos de idade. Ao ser questionada sobre o objetivo da visita ao Parque, ela foi clara: “Adoro cinema, mas nunca tinha visto um filme numa tela deste tamanho. É muito legal”, responde. O sucesso do Festival, em sua 2ª edição, tem sido tanto, que neste momento, já se iniciaram as conversas preliminares acerca da realização da 3ª edição, no ano que vem. A informação vem do titular da Secult, Mogar Xavier: “Manuel Padeiro veio para ficar e para se inserir definitivamente no calendário cultural do município, por isso já estamos nos reunindo com os organizadores, no sentido de discutir o formato da próxima edição”, explica o secretário. Na noite de ontem, participaram da Mostra Competitiva os seguintes trabalhos: - Revertere Ad Locum Tuum - (MG), direção de Armando Mendz; - Eu Queria ser Um Monstro – (RJ), de Marcelo Marão; - Celebridades Anônimas – (SP) – de Rubens Romero; - Depois da Pele – (RS) - de Márcio Reolon, - Homem-Ave – (RJ) – de Rafael Saar; - Routine – (MG) – de Jackson Abacatu; - O Som do Tempo – (CE) – de Petrus Cariry. Em caso de Mau tempo, a programação acontece nas dependências do Auditório Central da Universidade católica de Pelotas.

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