Fetter recebe visita do presidente da VCP
O presidente da empresa Votorantim Celulose e Papel(VCP), José Luciano Penido, acompanhado de diretores e gerentes da empresa, estiveram visitando o prefeito Adolfo Antonio Fetter, no inicio da tarde desta terça-feira(02), na Prefeitura.
Penido apresentou a prestação de contas dos cinco anos que a VCP está instalada em 27 municípios da região com o Programa Losango Florestal. No relatório é apresentado a injeção de R$ 610 milhões na economia local, em compra de terras , plantio de florestas e no programa Poupança Florestal.
De acordo com Penido, mesmo que a fábrica de celulose seja instalada em Rio Grande ou Arroio grande, Pelotas é a grande beneficiada, por ser , dos 27 municípios da área de atuação da empresa, o pólo econômico, cultural e educacional. “Sempre que nos referimos ao projeto, o chamamos de Projeto Pelotas. O dinheiro vai circular aqui, as pessoas vão morar e estudar aqui, Pelotas é a cidade referencia para nossa empresa”, destacou.
Fetter também recebeu o comunicado de que o plantio de 2009, que teria inicio em agosto de 2009, não será realizado, comunicado este feito ontem a governadora Yeda Cruzius. Penido confirmou que a atual conjuntura econômica mundial obrigou a empresa a adiar o início da construção da fábrica na região A decisão da VCP, se dá em decorrência da crise econômica mundial, que em especial esta afetando Os Estados Unidos, responsável pelo consumo de 30% da produção mundial. “Acreditamos que esta situação que afeta a economia mundial será passageira e temos a expectativa de, em curto espaço de tempo, retomar nossos projetos na Zona Sul, inclusive a construção da fábrica ”, salientou.
Fetter fez rápida análise do contexto econômico local, nacional e mundial, e destacou: “Estamos cientes de que esta crise afeta todos os setores da economia e que na indústria de celulose não seria diferente, mas somos otimistas e acreditamos que em breve será superada”. Ele lembrou que os investimentos da VCP na região irão alavancar também o pólo madeireiro e moveleiro, além de gerar um acréscimo, a partir de 2011, de R$ 140 milhões/ano no PIB do Rio Grande do Sul.