Força-tarefa normaliza problemas causados pela chuva e vento

Por Divulgação 03-11-2016 | 00:00:00
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A ocorrência de 85 milímetros de chuva registrados entre as 16h do dia 1º de novembro e a 1h da madrugada do dia 2 provocou alagamentos temporários em diversas áreas da cidade, mas “a integração das secretarias, mantendo suas equipes de prontidão, somada ao perfeito funcionamento do sistema de bombeamento das águas, garantiu o atendimento à sociedade pelotense, permitiu que a situação fosse controlada rapidamente e impediu impactos de maiores proporções”. A afirmação é do diretor-presidente do Serviço Autônomo de Saneamento de Pelotas (Sanep), Jacques Reydams. Reydams chama a atenção para locais como o Jardim de Alah e o Sítio Floresta, que geralmente sofriam sérias consequências quando da ocorrência de chuvas acima da média. “Desta vez, não houve nada que comprometesse a rotina daquelas comunidades. Isso comprova que o sistema está funcionando bem.” As faltas momentâneas de energia elétrica foram apontadas como o único problema que impediu o funcionamento pleno do sistema de bombeamento do Município. Embora o Centro Agrometeorológico Embrapa/UFPel Campus Capão do Leão tenha marcado pico de vento de 86,4 km/h, sudoeste, às 14h11min do dia 2, não houve registros de quedas de árvores - apenas galhos - nem de estragos em alguma estrutura. A Defesa Civil informa que houve bloqueio, para veículos de pequeno porte, do acesso à Colônia Z-3 e também na rua São Paulo, na Santa Terezinha, mas não houve alagamentos na Z-3 nem no Pontal da Barra – locais mais propícios a inundações – e os acessos logo foram liberados. Nos momentos de chuva mais intensa, os canais da avenida Espírito Santo, no Laranjal, e Mário Meneghetti, no Navegantes, chegaram a transbordar, alagando ruas das proximidades. A Secretaria de Serviços Urbanos e Infraestrutura reforçou a drenagem do canal da avenida Espírito Santo e, já no dia 2, o excesso de água encontrou vazão e a situação foi normalizada naquela área. O coordenador da Defesa Civil em Pelotas, tenente Paulo Santos, informa que um casal e três filhos, moradores na rua Vitor Francisco Ney, na Santa Terezinha, foram removidos de sua residência às 22h30min do dia 1º, porque a casa foi invadida pelas águas. A família foi acolhida em abrigo da prefeitura, mas pode retornar à moradia na quarta-feira (02/11), quando a água baixou. As avenidas Bento Gonçalves (Centro) e Rio Grande do Sul (Laranjal), além da praça 1º de Maio (praça do Colono) foram relacionadas pela Defesa Civil como pontos de alagamentos temporários.

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