Gestão Ambiental na obra da BR-392 é tema de visita ao prefeito
O prefeito Adolfo Antonio Fetter recebeu, no final da tarde desta segunda-feira (09), em seu gabinete, representantes da área de comunicação da Gestão Ambiental, da empresa STE Engenharia, na obra de duplicação da BR-392. A visita da consultora de comunicação Suzana Englert, do educador ambiental Cauê Canabarro e da jornalista Manoela Soares teve como objetivo entrevistar o chefe do Executivo sobre as obras de duplicação da BR-392. O prefeito foi questionado a respeito da sua opinião sobre as obras de duplicação da BR-392, ao que Fetter disse ser necessária e vital, não só para a zona sul, mas também para o restante do Estado, visto o grande volume de cargas que saem do Porto de Rio Grande para diversos municípios do Rio Grande do Sul, bem como as que são levadas de diversas cidades gaúchas para o Porto da cidade vizinha. Fetter salientou que existem dois grandes problemas que devem ser solucionados com a obra: o contorno ferroviário de Pelotas e o acesso sul da cidade. Segundo ele, já foi colocado ao Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), em diversas oportunidades, a necessidade de o projeto do contorno viário de Pelotas conter a retificação do traçado da ferrovia. O prefeito explicou que o contorno ferroviário forma um labirinto por dentro da cidade, com oito cruzamentos de nível, o que tem gerado inúmeros acidentes e interrupções no trânsito. Ele explicou aos profissionais da gestão ambiental da obra da BR-392 que, além do contorno ferroviário, a obra também deveria contemplar a mudança no acesso Sul de Pelotas, que seguiria pela rua General Osório, passando pela zona do Porto, com acesso direto ao Centro do Município, saindo para a zona norte, do outro lado da cidade. Falando sobre o trabalho que está sendo desenvolvido pelo grupo, no sentido de conscientizar a todos sobre a questão ambiental nesta obra específica, a consultora de comunicação explicou, ao chefe do Executivo pelotense, a importância do esclarecimento a respeito da obra e de seus impactos ambientais, desde as crianças na escola, até os adultos, tanto em Pelotas, quanto em Rio Grande, passando pelas localidades à beira da BR. “Nas entrevistas que estamos fazendo, percebemos o quanto ainda é grande o desconhecimento das pessoas sobre esta obra”, salientou Suzana.