Gotuzzo recebe força-tarefa de Combate ao Aedes na segunda-feira

Por Divulgação 10-02-2017 | 00:00:00
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Uma nova força-tarefa de Combate ao Aedes aegypti, organizada pela Secretaria de Saúde (SMS), vai estar na Vila Gotuzzo na tarde de segunda-feira (13). Mais de 40 pessoas integram o grupo que visitará as residências e estabelecimentos comerciais para orientar as pessoas, verificar se não há água parada (possíveis criadouros do mosquito) e retirar materiais inservíveis, tais como pneus, eletrodomésticos velhos (geladeiras, lavadouras, fogões), lixo eletrônico, etc. Simultaneamente, é feita a limpeza de terrenos baldios que representem risco à saúde pública. Os integrantes da força-tarefa vão se reunir ao meio-dia na praça Dr. Manoel Alberto Gomes Maia, próxima à avenida Cidade de Lisboa (Fragata). A ação começa às 12h30min e, em duplas, as equipes vão verificar a área em um raio de 300 metros da praça. “É muito importante que as pessoas deixem os agentes entrar. Só assim conseguiremos evitar doenças graves como a dengue, chikungunya, zika e febre amarela. Todos estarão de uniforme”, afirma o diretor de Vigilância em Saúde, Franklin de Souza Neto.           As forças-tarefas ocorrem em locais que apresentam maiores riscos de formação de criadouros do Aedes e ocorrem às segundas-feiras, com aviso antecipado, para que as pessoas tenham tempo de fazer uma limpeza nos pátios de suas casas durante o fim de semana.           Participam da força-tarefa agentes de campo de endemias da Vigilância Ambiental, visitadores do programa Primeira Infância Melhor (PIM), agentes comunitários de saúde (ACSs) ou agentes colaboradores de outras áreas da SMS, equipe de Fumacê. Apoiam a ação as secretarias de Serviços Urbanos e Infraestrutura (SSUI), Qualidade Ambiental (SQA), Gestão da Cidade e Mobilidade Urbana (SGCMU), Vigilância Sanitária (SMS), Sanep e Defesa Civil.           Neste verão, a Vigilância Epidemiológica teve registro de apenas um caso suspeito de dengue, na primeira quinzena de janeiro, que resultou negativo. Em 2016, foram 29 casos de suspeição e, destes, nove foram confirmados – todos eram “importados”, ou seja, os pacientes haviam estado em áreas endêmicas de outros estados brasileiros.

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