Mortalidade infantil:Pastoral adota projeto pelotense

Por Divulgação 14-08-2008 | 00:00:00
Tags:

Depois de conseguir uma redução de 20 para 12 no número de óbitos de crianças menores de um ano para cada mil nascidas vivas entre os anos de 2005 e 2007, Pelotas se tornou referência no assunto. Prova disso é que o secretário de Saúde, Francisco Isaías, recebeu ontem (13) a representante da coordenação nacional da Pastoral da Criança, Tereza Kaiser Baptista, que veio à cidade especialmente para conhecer o trabalho realizado, a fim de difundi-lo pelo país.

“Pelotas foi a cidade brasileira com mais de cem mil habitantes que alcançou a maior redução em mortalidade infantil nesse período. Atribuímos essa conquista à priorização da saúde conferida pela administração”, disse Isaías. Entre os agentes que trabalharam nesse processo esteve o Comitê Municipal de Investigação de Óbito Infantil Fetal e Morte Materna (Comai), que desde 2005 une a Secretaria de Saúde e as Universidades Católica e Federal de Pelotas, entre outras instituições, na promoção e coordenação de ações como a Campanha de Redução da Morte Súbita Infantil e os Programas Estratégia em Saúde da Família (ESF) e Primeira Infância Melhor (PIM).

Pelotas alcançou a redução de um índice que se manteve por 20 anos praticamente inalterado: entre 1984 a 2004 os óbitos de menores de um ano em Pelotas variaram entre 18 e 20 crianças a cada mil nascidas vivas. O índice atual, de 12/mil, está abaixo da média do Rio Grande do Sul, estado que têm um dos menores percentuais do país.

Alt+1 (conteúdo) • Alt+2 (menu)
Alt+3 (busca) • Alt+4 (rodapé)