Município e instituições buscam alternativas para imigrantes
A prefeitura reuniu na manhã desta sexta-feira (15/07/16) representantes das principais instituições de ensino superior, sociais e de segurança pra buscar formas de acolhimento e alternativas de capacitação dos cerca de 15 imigrantes senegaleses, de um total de cinquenta, que ainda não foram inseridos no mercado de trabalho pelotense e que acabam por tornar-se vendedores não regularizados nas ruas do Centro da cidade. O grupo começou a estabelecer as estratégias de inclusão que, entre outras ações, contempla a abertura de vagas nas obras urbanas que a prefeitura tem em andamento e outros empreendimentos da construção civil, cursos de português para facilitar a inserção no país e o início de um estudo para criar espaços que possam significar geração de renda aos imigrantes, como mostras de artesanato. Na próxima sexta-feira (22/07), o prefeito Eduardo Leite, junto com a mesma equipe da reunião de hoje, terá encontro com os próprios senegaleses para avançar na proposta e encontrar soluções ao problema. “A atividade de comércio informal desenvolvida por eles motiva outros a andarem na mesma esteira, o que acaba criando problemas de manutenção da ordem na cidade”, lembrou. “O governo é sensível à situação dos imigrantes, mas precisa encontrar uma alternativa que contemple a inserção dessas pessoas sem infringir a Lei.\\" A reunião contou com representantes da Universidade Católica de Pelotas (UCPel), Universidade Federal de Pelotas (UFPel), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Delegacia Regional de Polícia, Conselho Regional de Polícia Ostensiva (CRPO-SUL), 4º Batalhão da Polícia Militar (BPM) e da Receita Federal. Pela prefeitura participaram representantes do Programa Cidade Bem Cuidada e das Secretarias da Justiça Social e Segurança, Gestão da Cidade e Mobilidade Urbana e da Unidade Gerenciadora de Projetos, Guarda Municipal e Defesa Civil.