Mutirão combate o mosquito Aedes Albopictus
Cerca de 40 pessoas, entre agentes e equipe de apoio, participaram da ação no Balneário dos Prazeres
O Balneário dos Prazeres recebeu um mutirão de limpeza nesta quarta-feira (2). As equipes da Vigilância Ambiental, ligadas à Secretaria de Saúde (SMS), visitaram residências - com o apoio da Defesa Civil - , após o primeiro foco do mosquito Aedes Albopictus ter sido localizado em forma alada (adulto), no mês de abril.
Desde então, outros cinco pontos de infestação foram encontrados, em estado imaturo (larva), e combatidos.
Fotos: Marcel Ávila
Os agentes orientaram os moradores sobre o descarte correto do lixo, além de esclarecerem acerca da importância de não acumular água parada em recipientes, que servem como criadouro do mosquito Aedes Albopictus, potencial transmissor de doenças como dengue, febre zika, chinkunguya e febre amarela.
Muito lixo foi encontrado pelos agentes, que têm dificuldades de ingressar em algumas residências, pois os moradores desconfiam do objetivo da visita. Para solucionar o problema, a Defesa Civil integra o mutirão, que conta com fotografias aéreas feitas com o auxílio de drones”, afirmou a chefe do Departamento de Vigilância Ambiental em Saúde, Isabel Madrid.
Cerca de 40 agentes e servidores de apoio se envolveram nas atividades. Nas residências desocupadas, ou nas quais a entrada dos profissionais não foi permitida, um drone registrou os pátios, a fim de verificar a existência de água ou lixo acumulados.
Foto: Divulgação
As secretarias de Serviços Urbanos e Infraestrutura (Ssui) e Gestão da Cidade e Mobilidade Urbana (SGCMU) participaram do mutirão, bem como o departamento de Vigilância Sanitária (Visa), que apoiou as vistorias junto aos estabelecimentos comerciais do balneário.
As atividades de conscientização continuam após o mutirão com o objetivo de evitar que novos focos do mosquito surjam.
Orientação aos moradores
Os agentes têm atuado nas casas e no comércio da região. A moradora Adriana Rodrigues, também proprietária de uma farmácia localizada na avenida Amazonas, relatou que durante a visita as equipes questionaram sobre a existência de vasos com plantas no local, além de alertarem sobre a importância de não acumular recipientes com líquidos.