Nesta segunda-feira inicia a VI Mostra de Trabalhos Escolares Afro/Indígena e Feira das Culturas
Evento conta com exposição no Paço Municipal e apresentações na Feira do Livro
Promovida pela Secretaria de Educação e Desporto (Smed), se iniciou nesta segunda-feira (13) a VI Mostra de Trabalhos Escolares Afro/Indígena e Feira das Culturas. O objetivo do evento é envolver as Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) e as de Ensino Fundamental (EMEFs) em atividades que trabalhem a cultura e a história do Brasil, a partir das contribuições de raízes africanas e indígenas.
A prefeita Paula Mascarenhas participou da abertura do evento, na sala Frederico Trebbi, no Paço Municipal. Foram entregues as premiações por participação para as escolas envolvidas, que enviaram seus alunos representantes.
Foto: Gustavo Mansur
A convivência com culturas diversas só enriquece, traz novos conhecimentos, saberes, curiosidades, vivências, olhares e perfis. O nosso município é o da diversidade […] Por isso, vocês educadores, professores de todas as escolas participantes, estão de parabéns, porque estão cumprindo o seu papel humanizador, o papel transformador de ajudar o aluno a crescer e se tornar um ser humano melhor”, destacou a prefeita.
Na quinta-feira (16), a partir das 13h30min, no palco da 45ª Feira do Livro, ocorrerão apresentações artísticas de diversas escolas. Os trabalhos escolares seguem em exposição até as 18h do próximo domingo (19), no Paço Municipal, na Praça Coronel Pedro Osório, nº 101.
Maria Fernanda Carneiro, gerente do departamento de projetos escolares da Smed, disse que a primeira edição da mostra contou com 7 escolas participantes. Nesse ano, são 33 escolas inscritas e mais duas escolas convidadas”.
As irmãs Eduarda e Gabriela Frolich, acompanhadas da colega Eduarda Lopes, todas alunas do 7º ano, representaram a Emef Oswaldo Cruz na solenidade de abertura. Elas relatam que os trabalhos referentes à cultura negra e indígena eram uma atividade extraclasse das disciplinas de artes e história.
“Mesmo sendo no turno inverso, nós ajudávamos a professora, e depois sempre íamos para a sorveteria”, confessa.