Obstetrícia será regulada a partir de segunda-feira

Por Divulgação 29-04-2011 | 00:00:00
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A partir da próxima segunda-feira (2), os serviços de obstetrícia da rede municipal de saúde passam a ser regulados pela central do Saúde em Rede. A implantação do sistema, que deve controlar e facilitar o encaminhamento e a internação das gestantes nas maternidades que disponibilizam serviços pelo Sistema Único de Saúde (SUS), será oficializada em ato com a presença da secretária Arita Bergmann, às 11h, no prédio da Secretaria de Saúde em que está instalada a central de regulação, à rua Tiradentes, 3.120, esquina com Barão de Santa Tecla. A imprensa local está convidada a cobrir o evento. Arita explica que o processo de regulação das gestantes se dará em cinco etapas: acolhimento da gestante, que será examinada pelo médico, no hospital para o qual se dirigir; checagem da disponibilidade de leitos, na central de regulação, e orientação para o encaminhamento da gestante a um local em que houver leito disponível; deslocamento da gestante à maternidade que dispõe de vagas; chegada e internação da futura mãe no hospital em que terá o bebê; confirmação, na central, da ocupação do leito – a imagem que mostra uma cama muda da cor verde (desocupada) para vermelho (ocupada). No dia 5 de abril foi assinado o Protocolo de Atendimento da Gestante e do Recém-nascido, pactuado pelas três maternidades que disponibilizam os serviços de Obstetrícia pelo Sistema Único de Saúde (SUS): Hospital Escola da Fundação de Apoio Universitário (FAU/UFPel), Santa Casa de Misericórdia e Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP/UCPel). O documento foi assinado pela secretária Arita, pelo chefe do Serviço de Ginecologia e Obstetrícia da FAU, Afrânio Alberto Tavares Krüger, pelo diretor técnico da Santa Casa, José Augusto Froner Bicca, e pelo chefe da Maternidade do HUSFP, Marcelo Sclowitz. De acordo com a secretária, o protocolo é uma das medidas que visam organizar a rede de atenção à gestante e ao bebê, garantindo seu atendimento, de preferência no hospital escolhido por ela ou por indicação da Central de Regulação, e busca diminuir os casos de prematuridade em Pelotas e, consequentemente, reduzir a mortalidade infantil (MI). No final de março, o governo federal anunciou a criação do programa Rede Cegonha, que planeja disponibilizar, até 2014, cerca de R$ 9,4 bilhões do Ministério da Saúde a serem aplicados em todo o Brasil em cuidados especiais para gestantes e crianças de até dois anos de idade.

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