Paula apresenta conselheiros de alimentação escolar
Com mandato até 2020, eles ficarão responsáveis por fiscalizar a merenda
Cinco novos integrantes do Conselho Municipal da Alimentação Escolar (CAE) foram apresentados nesta terça-feira (12) pela prefeita Paula Mascarenhas e assumirão a função de fiscalização. O Conselho é composto por 14 pessoas e foi empossado para a gestão 2017/2020. Com a saída de cinco componentes, novos voluntários se apresentaram.
Fotos: Gustavo Vara.
A prefeita lembrou a função de cada um dos conselheiros – fiscalizar os recursos federais recebidos, a prestação de contas e a qualidade dos alimentos oferecidos nas 88 escolas da Rede Municipal de Ensino. Ela disse entender que as maiores reivindicações da população sejam saúde e segurança para só depois vir a educação, pois as famílias entendem que se a escola oferece professores, alimentação e transporte é o suficiente, mas que isso é apenas o básico.
Sem educação não se muda o mundo. Não basta ter merenda. Tem que ter alimentação de qualidade”, enfatizou Paula ao reforçar a importância do papel dos conselheiros.
Acompanhada pelo vice-prefeito, Idemar Barz, Paula destacou que a escola também é lugar de transformar hábitos e que as merendeiras têm papel fundamental nisso, pois desenvolvem pratos que ajudam a despertar hábitos saudáveis. Lembrou também do papel que o CAE teve na mudança dos fornecedores dos alimentos para as escolas que, além de ter pelo menos 30% de produtos da agricultura familiar, como prevê a legislação federal, agora esses produtos têm que ser adquiridos na região, por meio de cooperativas.
O novo presidente do Conselho, Ronaldo Vieira Leite, foi apresentado pelo titular da Secretaria de Educação e Desporto (Smed), Artur Correa. Apesar de, no grupo, representar os pais de alunos - seu filho estuda na Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Balbino Mascarenhas -, também é servidor da Secretaria. “Agora o desafio dele é colocar sua experiência a serviço do desenvolvimento da sociedade”. Leite, servidor da Prefeitura há 15 anos, diz que esse será o trabalho mais importante da sua carreira como servidor público, “mesmo não sendo remunerado”.