Pelotas participa de pesquisa sobre alimentação de bebês
Os pais ou responsáveis que levarem as crianças menores de cinco anos para receberem as duas gotinhas contra a poliomielite no próximo sábado (9), nas Unidades Básicas de Saúde de Pelotas, participarão de duas importantes iniciativas. Além de aproveitar a data para dar início à vacinação de adultos contra rubéola, que se estende até o dia 13 de setembro, o Ministério da Saúde convidará os responsáveis para participar da 2º pesquisa nacional sobre práticas alimentares no primeiro ano de vida – e Pelotas está entre as cidades onde serão colhidas informações.
Todos aqueles com filhos menores de um ano serão convidados para uma conversa com entrevistadores voluntários, por meio da qual os pesquisadores pretendem obter indicadores sobre a alimentação infantil. Os resultados permitirão aos gestores uma análise da situação de cada cidade, além da formação de um quadro geral sobre a realidade brasileira. Com esses dados será possível identificar deficiências e promover campanhas pela alimentação adequada das crianças. “Assim se pode avaliar as intervenções apropriadas em cada cidade”, reitera a enfermeira da Secretaria de Saúde e coordenadora da pesquisa no município, Ana Lucia Azevedo.
A realização da pesquisa durante a campanha de vacinação se deu para aproveitar a presença dos pais ou responsáveis pelos bebês nas UBS. “Assim obtemos um diagnóstico rápido e com um baixo custo da situação da amamentação e alimentação infantil”, frisa Ana Lúcia. A Secretaria de Saúde convida os estudantes universitários da área da saúde para trabalharem como voluntários. Todos participarão de capacitação para aplicar a pesquisa e receberão certificado de participação expedido pelo Ministério da Saúde. As inscrições devem ser feitas pelos telefones 32847765 ou 32847761.
Recomendações
A equipe da SMS lembra que a orientação da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que nos primeiros seis meses de vida os bebês sejam alimentados exclusivamente com leito materno. A partir de então as crianças devem começar a receber alimentos complementares – mas o aleitamento pode seguir até os dois anos de vida, ou mais. A alimentação correta reduz substancialmente a mortalidade infantil já que deixa a criança mais forte e protegida contra doenças.