Ponte entre Cassiano e Juscelino será usada em 60 dias
Em dois meses os moradores dos bairros Fátima, Navegantes e Ambrósio Perret poderão usufruir de um novo acesso ao centro da cidade. A concretagem da ponte que está sendo erguida sobre a canaleta da avenida Juscelino Kubitschek de Oliveira, no entroncamento com a rua Dr. Cassiano, foi concluída na sexta-feira passada.
Numa ação conjunta entre as secretarias municipais de Obras (SMO), de Segurança, Transportes e Trânsito (SSTT) e de Coordenação e Planejamento (SCP), a empreitada entrou na fase de cura do concreto: processo de reação química e endurecimento do material a fim de atribuir, à infraestrutura, resistência e durabilidade maiores. A conclusão desta etapa demandará 28 dias.
A cargo da SMO, detalha o titular da Secretaria, engenheiro João Tavares, estão a concepção do projeto de engenharia civil da nova ponte e a fiscalização, além do acompanhamento diário das atividades dos operários. O próximo passo do consórcio, contratado por meio de licitação para a execução das obras, será o prosseguimento das tarefas de complementação do aterro das cabeceiras e de pavimentação asfáltica até a laje da ponte.
Enquanto isso, informa o engenheiro, continuam algumas operações, como a colocação dos “guarda-corpos” nas laterais das passarelas. “São fundamentais para a proteção dos pedestres”, justifica Tavares. A SSTT entrará em ação com o planejamento viário do entroncamento, viabilizando a sinalização e o modo de entrada e circulação dos veículos, nas duas pistas a eles destinadas, e dos pedestres nas passagens da ponte.
“Os moradores das proximidades só se deslocavam ao Centro por intermédio da Barão de Butuí, da General Netto e da avenida Bento Gonçalves, acessos que, do ponto de vista viário, ficaram conturbados”, argumenta o secretário de Obras. A preocupação maior do governo municipal, ao incluir o empreendimento no projeto Pelotas Polo do Sul, diz respeito à segurança dos pelotenses que circulam a pé, sobretudo os estudantes da escola Dom João Braga. “Esta é uma antiga reivindicação da população dos arredores”, acrescenta.