Prefeito assina acordo com Banrisul em POA (atualizada às 17h)
O prefeito Adolfo Antonio Fetter, em função do feriado bancário de amanhã (31), adiou para a próxima semana, a assinatura com o presidente do Banrisul, Mateus Bandeira, do acordo que reduziu a dívida da Prefeitura e do Sanep com iluminação pública de R$ 73 milhões para R$ 34 milhões. O débito foi contraído ao longo de duas décadas, junto à Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), e foi adquirida pelo Banrisul, em 2003. O projeto de lei do Executivo, propondo os termos da renegociação da dívida foi aprovado hoje (30) pela Câmara de Vereadores. O PL sobre a renegociação da dívida com iluminação pública do Sanep também foi aprovado pelo Legislativo, após ser apreciado e aprovado por unanimidade pelo Conselho Deliberativo da autarquia, pela manhã. Outro tema importante aprovado hoje pela Câmara, que praticamente limpou a pauta de projetos do Executivo, se refere ao Orçamento de 2011 da Prefeitura, no qual já está incluída a nova estrutura da reforma administrativa que reduz o número de secretarias de 21 para 15 na Prefeitura. Com relação ao projeto de lei do shopping popular, a Prefeitura decidiu retirá-lo da pauta de votações do Legislativo, por solicitação de vereadores, tendo em vista o tumulto causado por algumas pessoas que atuam no Camelódromo. “Em virtude do tumulto e com o objetivo de possibilitar que a Câmara pudesse votar outras matérias, pudesse ter normalidade em seu trabalho e preparar a posse do novo presidente, aceitamos retirar o projeto e vamos reapresentá-lo oportunamente”, disse o prefeito Adolfo Antonio Fetter. O prefeito não descarta a possibilidade de fazer a obra sem apresentar projeto de lei à Câmara, conforme lhe é facultado. “Não podemos deixar de fazer uma obra que beneficiará toda a população, cerca de 350 mil, para ficar à mercê dos interesses de poucos. Vamos construir o shopping popular, recuperar a praça Cipriano Barcelos e o Calçadão, entendam eles ou não que, ao deixar de apresentar a lei ao Legislativo, teremos que fazer licitação para os novos locatários e os 400 que já estão no Camelódromo, mais os 200 que trabalham na área central, terão que disputar lugar com pelo menos outros 1,5 mil interessados”, salienta.