Prefeito e vereadores discutem reforma da nova sede da Câmara

Por Divulgação 15-04-2008 | 00:00:00
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Uma parceria de colaboração entre os poderes Executivo e Legislativo para as obras de restauro e adequação do prédio 67 da Praça Coronel Pedro Osório visando abrigar a Câmara de Vereadores em seu futuro endereço. Esta foi a proposta do prefeito Fetter Júnior aos vereadores Idemar Barz, Otávio Soares, Mansur Macluf, Ademar Ornel, José Inácio, Eduardo Leite, Adalim Medeiros e Diosma Nunes que estiveram reunidos, hoje (15) à tarde, na Prefeitura.

De acordo com as previsões de custos repassadas ao prefeito, a partir da elaboração do projeto arquitetônico a obra toda deverá superar os R$ 5 milhões, valor este que, segundo Fetter, a Prefeitura não dispõe para aplicar apenas em investimentos na Casa legislativa.

Após apresentar e salientar a entrega do relatório das atividades municipais, no exercício de 2007, enviadas oficialmente hoje pela manhã à Câmara pelo secretário de Governo Abel Dourado, Fetter detalhou os procedimentos que a Executivo vem adotando e os futuros passos para o restauro do prédio em questão.

Conforme Fetter, enquanto era formatado o projeto pela Câmara, a Prefeitura cuidou das tratativas para um novo endereço à Secretaria de Receita, onde já estará a partir de maio. Outra ação respondeu pelo acerto de contrapartida às obras do aditivo ao Programa Monumenta que responderão pela recuperação do telhado e fachada do imóvel, importando em R$ 1,5 milhão.

“Entendemos a importância desse pleito, temos compromisso com nossa contrapartida e agora precisamos elaborar uma engenharia financeira e orçamentária para ver como vamos proceder para executarmos a obra de forma integral”, apontou o chefe do executivo. Fetter ainda se comprometeu em acelerar o processo de licitação para a primeira etapa, a da fachada e cobertura, das três que entende estar dividida o conjunto de todo o restauro. “Tão logo tenhamos a confirmação da aprovação deste projeto, imediatamente daremos início ao processo de licitação”, afirmou.

As etapas seguintes darão conta de estudos para a viabilidade da reforma interna – que inicialmente estaria a cargo do Banco do Brasil, mas que com as negociações da Folha com o Banrisul foi cancelada – e da construção de um anexo à estrutura existente. “Começamos agora uma fase de estudos e adequações para viabilidade destas obras”, disse Fetter, ao explicar que a Prefeitura não dispõe de rubrica de R$ 5 milhões para destinar apenas à Câmara Municipal.

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