Prefeito participa do lançamento do Pronasci na capital
A cerimônia que será realizada na sede da Superintendência da Polícia Federal, às 9h30min deste sábado (24), em Porto Alegre, vai anunciar a adesão de Pelotas, Rio Grande, São Borja e as cidades consorciadas do Litoral Norte, Vale do Caí e Alto Uruguai ao Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania (Pronasci). Com as presenças do prefeito Adolfo Antônio Fetter e da equipe da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP) da prefeitura, o ministro da Justiça, Tarso Genro, oficializa, na solenidade, a participação dos municípios por meio de convênios que serão assinados após a aprovação dos projetos.
Na tarde desta sexta-feira (23), noções de formatação dos planos de trabalho, conceitos e procedimentos a serem seguidos estão sendo informados aos funcionários da UGP, coordenada por Jair Seidel. Também participam, do encontro – que ocorre no mesmo local do evento de amanhã –, a economista Ana Sena, a arquiteta Daniela Tomaz e o engenheiro eletricista Marcel Matos.
“A execução do Pronasci vai significar para Pelotas a reestruturação da Segurança Pública no município com a injeção de R$ 2,5 milhões empregados em diversas ações”, informa o prefeito Fetter. Além de consolidar a instalação da sede do Gabinete de Gestão Integrada (GGI) junto ao Programa de Prevenção à Violência (PPV), gerenciado no prédio da avenida Saldanha Marinho, o recurso também permitirá a criação de uma Central de Videomonitoramento.
O sistema, conforme Seidel, comportará as novas 76 câmeras projetadas para a cidade e o gerenciamento de outras 14 câmeras, com verba decorrente de emenda parlamentar, atualmente em processo de licitação. A UGP, a Guarda Municipal e os agentes de Trânsito ficarão encarregados de elaborar o projeto executivo do sistema de videomonitoramento e encaminhá-lo à Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp). “Todas as propostas, apresentadas pela Brigada Militar, Polícia Civil e demais integrantes do GGI, dos locais que deverão receber os equipamentos, foram acolhidas e estão em fase de estudo”, afirma a economista Ana Sena.