Prefeitura apoia II Jornada de Saúde do Trabalhador
A Prefeitura de Pelotas, por intermédio da Secretaria de Saúde (SMS), e a Universidade Católica (UCPel) apoiam a II Jornada de Perícias Médicas e Saúde do Trabalhador, que será realizada nos dias 12 e 13 de novembro, no Auditório Central Dom Antônio Zattera (UCPel), à rua Três de Maio esquina Félix da Cunha. O objetivo do evento organizado pela Gerência Executiva do Instituto Nacional de Seguro Social (INSS) de Pelotas e Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) é proporcionar o debate acerca das questões relacionadas à promoção, proteção e controle social da saúde do trabalhador, visando estabelecer estratégias para a implementação de ações integradas entre os diversos órgãos de execução desta política.
O evento terá a participação do diretor do Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS), Francisco Paz, que irá falar sobre a Política Estadual para a Saúde do Trabalhador. As inscrições gratuitas podem ser feitas, antecipadamente, até o dia 10, pelo e-mail educacaoprevidenciaria.pel@previdencia.gov.br. As vagas são limitadas. A organização salienta que a Jornada é fundamental para todos os trabalhadores, técnicos, gestores, legisladores e estudantes da área de saúde, além de contribuir para o desenvolvimento da cidadania, de modo que toda a comunidade é convidada a participar.
Na programação temas como a atuação do Cerest com sede em Pelotas, a situação do Município e da região quanto aos acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, o papel do perito, patologias psiquiátricas e o nexo técnico previdenciário, entre outros. Serão painelistas a procuradora do Ministério Público do Trabalho, Rúbia Canabarro, o chefe da Divisão de Perícias Ocupacionais do Ministério da Saúde, Alexandre Coimbra, o presidente do Conselho Regional de Medicina, Cláudio Franzen, o vice-presidente da Sociedade Gaúcha de Fisiatria, Paulo Mulazzani, e os auditores fiscais do Ministério do Trabalho Patrícia Acorsi e Eduardo Greipel. Segundo a Organização Panamericana da Saúde (OPAS), apenas de 1% a 4% dos casos de doenças ocupacionais causadas pelo trabalho são de fato reconhecidas como consequência da profissão.