Prefeitura constrói 47 pontes nas zonas rural e urbana até 2011
O prefeito Adolfo Antonio Fetter vai fechar sua segunda gestão com 47 pontes construídas com recursos da Defesa Civil, em razão da enxurrada do início de 2009, e capital financiado pelo Banco Mundial. Conforme relatório de supervisão da equipe da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP), as 35 pontes que estão sendo erguidas em concreto nas zonas rural e urbana, por conta dos danos das chuvas, ficarão prontas até o final de maio de 2011. Coordenador geral do órgão, Jair Seidel informa que, nos últimos dias, houve uma aceleração na execução das obras. “Vamos recuperar o tempo e cumprir o cronograma”, anuncia o gestor. O aquecimento da demanda do setor da construção civil, segundo ele, foi o principal fator de adiamento do começo das empreitadas no prazo entre 45 e 60 dias. “Os materiais que mais faltaram no mercado foram as vigas”, relembra. Para Seidel, a iniciativa do prefeito de construir 47 pontes numa só gestão é um marco no governo atual. “Dificilmente uma administração conseguirá aproximar-se desta marca em quatro anos, sobretudo com qualidade e durabilidade”, avalia. O coordenador refere-se a mais 12 unidades no interior de Pelotas, cujas obras estão sendo licitadas e serão financiadas com recursos do Banco Mundial. Este lote, de acordo com edital lançado em novembro, substituirá antigos pontilhões de madeira em pontos estratégicos dos distritos do Rincão da Cruz, Monte Bonito, Cerrito e Quilombo. As intervenções nestas localidades ocorrerão a partir de janeiro de 2011, durante nove meses, prazo previsto em contrato. Em janeiro iniciam também os trabalhos para erguer outras dez unidades subsidiadas pela União, que se somarão ao total de 25 pontes em construção, tanto no perímetro urbano, quanto na Colônia. Dos R$ 18,5 milhões que o prefeito Fetter obteve com o governo federal para recuperar a cidade, no princípio do ano passado, praticamente a metade é aplicada no empreendimento de reconstrução, em concreto, das travessias em madeira avariadas pela força das águas: R$ 9,3 milhões. O coordenador de projetos da Prefeitura explica que as prioridades foram definidas por Fetter em razão da necessidade de melhoria das condições dos acessos no que concerne à questão da segurança. Além disso, complementa Seidel, o chefe do Executivo enfatizou não só a facilitação à mobilidade, mas também o aspecto econômico, no caso da zona rural. “O escoamento da produção e a ‘retirada’ da safra vão ser otimizados em diversos pontos. Por exemplo, Monte Bonito e Colônia Maciel, cujos agricultores familiares associados contarão com pontes refeitas”, esclarece Seidel, relembrando que estes trabalhadores beneficiarão a produção nas duas centrais em implantação pelo governo Fetter.