Prefeitura tenta viabilizar recursos para o Tecnosul

Por Divulgação 29-10-2010 | 00:00:00
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A Prefeitura corre contra o tempo para adequar o projeto inicial do Parque Tecnológico de Pelotas – Tecnosul, de forma a se habilitar ao Programa Gaúcho de Parques Tecnológicos (PGTec), cujo prazo se encerra quarta-feira (3). Para tanto, além de refazer o projeto inicial, que contemplava dois locais no contexto do Tecnosul, a administração ultima o Plano Diretor da área na Sanga Funda, e na segunda-feira, às 17h, no Paço Municipal, fará reunião com os membros do Conselho Superior de Representantes do Tecnosul, a fim de dar-lhes ciência e discutir as mudanças no plano original. O Tecnosul foi concebido, originalmente, com base no Tecnopuc, de Porto Alegre, centro “pensante”, voltado à pesquisa, a serviços e à irradiação de ideias e projetos, e no Tecnosinos, de São Leopoldo, que se constitui em polo industrial voltado à atração de empresas. A intenção do prefeito Adolfo Antonio Fetter era a de que o futuro parque de Pelotas englobasse essas duas vertentes. A primeira versão, semelhante ao Tecnopuc, seria no centro esportivo do Areal, inicialmente, e a segunda, nos moldes do Tecnosinos, seria numa outra área, num segundo momento. “A ideia inicial contemplava as duas versões em locais diferentes, dando prioridade à implantação do embrião que seria o centro catalisador, o ‘cérebro’ do Tecnosul, formada pelas instituições parceiras – Prefeitura, UFPel, UCPel, IF-Sul, Embrapa, Fatec-Senac, além de sediar a Coinpel e a central de videomonitoramento a ser implantado em breve. A iniciativa permitiria nos habilitarmos em tempo hábil aos recursos federais e estaduais, tanto ao R$ 1 milhão do PGTec, do Estado, quanto aos R$ 4,2 milhões do governo federal, por meio de emenda parlamentar do deputado Beto Albuquerque”, resume o prefeito. A área na Sanga Funda, colocada no projeto de lei substitutivo pelo Executivo e aprovada ontem (28) pelo Legislativo, é destinada há mais de 15 anos para sediar um distrito industrial e foi apresentada como alternativa à Câmara por possuir mais de 5 hectares, ideal para receber empresas, uma espécie de polo industrial tecnológico, explica Fetter. No entanto, salienta ele, o local demanda infraestrutura adequada e isso depende de recursos vultosos e tempo, apesar de servir para credenciar a Prefeitura a receber verbas da União e do Estado, desde que o projeto inicial seja reformulado. Nesse sentido, adianta o prefeito, técnicos da Secretaria de Desenvolvimento Econômico (SDE), da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP) e da Secretaria Municipal de Urbanismo (SMU) irão trabalhar no fim de semana para adequar o projeto à nova área, na tentativa de apresentá-lo na reunião do Conselho do Tecnosul, segunda-feira (1º), a fim de, quarta-feira (3), cumprir com as exigências do PGTec e tentar viabilizar R$ 1 milhão para o programa. O secretário estadual da Ciência e Tecnologia, Eduardo Macluf, será convidado a participar do encontro.

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