Prevenção do Aedes: importante verificar pontos de água parada

Por Divulgação 02-05-2017 | 00:00:00
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Equipes de Combate ao Aedes continuam trabalhando na Pesquisa Vetorial Especial (PVE) no Fragata, na área em que já foram identificados 30 focos do Aedes aegypti, vetor transmissor da dengue, apenas este ano. Os últimos dois focos foram encontrados na semana passada (quinta e sexta-feira). “Quando encontramos um foco ou uma pessoa com suspeita da doença, delimita-se um raio de pelo menos 300 metros, onde se visita o maior número de residências possível, fazendo a vistoria do local e os tratamentos mecânico e químico, quando necessário. Também se aplica a pulverização de Ultra Baixo Volume (UVB) e a fumaça, que não são preconizados como trabalhos rotineiros da equipe do Aedes, mas apenas nas PVE e forças-tarefas”, explica o chefe do Departamento de Vigilância em Saúde do Trabalhador, Guilherme Kaster. O diretor de Vigilância em Saúde, Franklin de Souza Neto, destaca que é alto o número de focos encontrados em residências – 19 até agora. “É imprescindível que as pessoas tomem os cuidados básicos o ano todo, a fim de manter afastadas as doenças que podem ser transmitidas pelo Aedes”. Para evitar o zika vírus, chikungunya, febre amarela urbana e febre de mayaro, é importante verificar, com frequência, todos os locais em que pode ficar água parada, como pratos de plantas e potes de água de animais, inclusive dentro de casa – mais comuns em meses de inverno -, que se tornam possíveis pontos de proliferação. “Não basta trocar a água desses recipientes, eles precisam ser escovados de vez em quando para que se elimine as larvas”, salienta o diretor.   30 focos de Aedes no Fragata, sendo: 19 em residências 04 em pontos estratégicos 07 em armadilhas Os outros dois focos deste ano foram encontrados no Centro e no Porto/Balsa.

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