Procon adverte sobre riscos dos domissanitários à saúde

Por Divulgação 31-03-2010 | 00:00:00
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Pais e responsáveis devem tomar alguns cuidados no armazenamento e na manipulação dos domissanitários, produtos de limpeza, desinfecção e higienização de residências e outros ambientes. Por serem tóxicos, podem causar acidentes e problemas de saúde, principalmente se estiverem ao alcance de crianças e forem ingeridos. A divulgação do Procon de Pelotas, ligado à Procuradoria Geral do Município, tem por objetivo fornecer informações capazes de garantir segurança na compra e no consumo dos chamados “saneantes”. Água sanitária, limpa vidros, saponáceos, detergentes, raticidas, alvejantes, amaciantes, inseticidas, desinfetantes, ceras, limpa vidros, bactericidas, sabões, entre outros, são alguns dos itens que devem ser guardados, sempre, em locais aos quais os menores não tenham acesso. “Embalagens coloridas despertam a curiosidade dos pequenos e, não raro, a vontade de provar o conteúdo. Armazene-as e descarte-as com segurança”, adverte a chefe do Serviço de Educação ao Consumidor do órgão, Nóris Fonseca Finger. As mercadorias têm de ser dispostas longe de fontes de luz ou calor, bem como de eletroeletrônicos, porque algumas delas são inflamáveis e, por isso, podem ocasionar incêndios. Outro risco é tornarem-se inócuos com a exposição ao sol, perdendo a ação de suas substâncias principais. Jamais se deve trocar os conteúdos dos vasilhames originais, tampouco realizar misturas entre eles. As regras de rotulagem, estabelecidas pelo Código de Defesa do Consumidor (CDC), exigem a veiculação de dados como número do lote, registro no Ministério da Saúde, composição, fabricação, substância principal, modo de usar e advertências. A recomendação do Procon de Pelotas é não adquirir domissanitários caseiros de comerciantes ambulantes pelo desconhecimento da procedência e dos elementos que os compõem. Existem normas técnicas de produção regulamentadas pelo governo federal para evitar danos à saúde e assegurar eficácia. Havendo contato com os olhos e mucosas ou ingestão ou, ainda, inalação acidental, faz-se imperativo procurar imediatamente um pronto-socorro e levar a embalagem ao médico. “Neste caso, deixe ao profissional de saúde a tarefa de ministrar medicamentos e procedimentos, como provocar vômito na vítima. Leve-a rapidamente ao atendimento de emergência”, aconselha Nóris. Como não se sabe exatamente as complicações que cada agente químico pode desencadear, todas as medidas precisam ser tomadas imediata e necessariamente por médicos.

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