Procon aprova retirada de lâmpadas incandescentes até 2016

Por Divulgação 11-01-2011 | 00:00:00
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Uma ótima notícia para o setor de energia foi divulgada e publicada pelos ministérios de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio nesta semana. A partir de 2016 as lâmpadas incandescentes não serão mais comercializadas no País, cedendo lugar para as fluorescentes compactas, que fornecem mais luz a um custo energético muito menor. O aviso é do Procon que, vinculado à Procuradoria Geral do Município (PGM), veicula de forma sistemática novidades relativas às relações e regras de consumo. Para a chefe do ao Serviço de Educação ao Consumidor do órgão, Nóris Fonseca Finger, a medida vem ao encontro das campanhas que o Procon de Pelotas vem realizando com a população. “Sempre sugerimos a troca das lâmpadas com o fim de diminuir a conta de luz mensal, além de contribuir para impactos menores, diminuindo a escassez do recurso”, informa Nóris. Segundo a educadora, a retirada gradual do produto, nos próximos quatro anos, favorece fornecedores e consumidores com uma solução que integra qualidade e eficiência. “Existem opções de fluorescentes que irradiam iluminação de cor amarelada, uma alternativa para quem ainda tem resistência à luz branca”, sugere. A portaria regulamenta as incandescentes de uso geral, exceto as que têm potência igual ou inferior a 40 Watts, as específicas para estufas, aparelhos hospitalares e as refletoras, entre outras. Um estudo do governo federal aponta que a consolidação do uso quase que exclusivo das fluorescentes vai gerar uma economia, até 2030, de aproximadamente 10 terawatts por hora, equivalente a mais do que o dobro obtido com equipamentos de menor consumo, que possuem o selo Procel. “O descarte das fluorescentes, no entanto, deve seguir também políticas públicas, uma vez que, diferentemente das tradicionais, contêm substâncias tóxicas que, se ingeridas, são capazes de causar danos ao sistema nervoso”, adverte a chefe do departamento. Cada lâmpada fluorescente possui cerca de 4 a 6 gramas de poeira fosforosa e 0,04g de mercúrio, motivos pelos quais, quando vai ao lixo, é considerada “resíduo perigoso”.

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