Procon faz alerta em relação a medicamentos falsificados
Em se tratando de medicamentos, nem sempre economia é sinônimo de eficácia. Alguns consumidores, em busca de preços menores, adquirem remédios de origem duvidosa, na fronteira ou de ambulantes, colocando a própria saúde em risco. Para ajudar a evitar problemas gerados por produtos com efeitos inócuos ou desastrosos ao organismo, o Procon de Pelotas, lotado na Procuradoria Geral do Município, faz um alerta: só compre em farmácias ou drogarias do País. Mesmo que a pesquisa seja feita em estabelecimentos nacionais, o órgão recomenda a checagem de informações como validade e fabricação, técnico responsável, número do lote e registro no Ministério da Saúde. “O consumidor nunca perde tempo ao verificá-las. Outra dica para depois da compra: os dados do rótulo devem coincidir com os que constam na cartela ou no recipiente”, informa a chefe do Serviço de Educação ao Consumidor do Procon de Pelotas, Nóris Fonseca Finger. Os itens que estiverem com embalagens rasgadas, letras apagadas ou raspadas devem ser rejeitados pelos consumidores. “Nenhum deles pode ser comercializado sem o lacre”, alerta Nóris. Nota fiscal deve ser exigida e guardada, bem como embalagens interna e externa dos remédios, a fim de facilitar a comprovação e a busca da garantia na hipótese de algum contratempo. Se os estabelecimentos comerciais descumprirem essas regras, o cidadão deverá denunciar à Vigilância Sanitária que, em Pelotas, funciona na rua Lobo da Costa, 1764. O telefone do órgão, vinculado à Secretaria Municipal da Saúde (SMS) é 3284-7733.