Procon orienta consumidor ao uso de proteção solar
A pele tem de ser protegida não somente na praia, mas na cidade ou no campo, desde que sob os efeitos do sol. Enfatizando as diferenças entre protetores solares e bronzeadores, o Procon de Pelotas, lotado na Procuradoria Geral do Município (PGM), recomenda cuidados na exposição direta aos raios solares e nos passeios em locais abertos. O principal objetivo é contribuir com as campanhas do Ministério da Saúde de prevenção contra uma das maiores prevalências de câncer no País: o de pele. Se o produto possuir Fator de Proteção Solar (FPS) acima de 20, é classificado como bloqueador. Se o número estiver entre 15 e 20, passa a ser denominado como protetor solar. “Abaixo de 15, é considerado moderador e não garante saúde para peles mais sensíveis”, informa a chefe do Serviço de Educação ao Consumidor do órgão, Nóris Fonseca Finger. Segundo a educadora, a escolha do protetor mais adequado ao tipo de pele poderá assegurar um bronzeado saudável e sem as indesejáveis consequências, entre elas vermelhidão, ardência, sensação de febre, dor e até feridas. “É recomendável que indivíduos com dificuldade de bronzeamento, geralmente loiros ou ruivos, usem FPS 30 ou superior”, aconselha Nóris. O bronzeador, diferencia a chefe do departamento do Procon, atua como barreira protetora de radiações solares, especialmente as ultravioletas (UV). Os aceleradores de bronzeamento são capazes de provocar, de forma química, a produção da melanina sem que seja necessário ficar ao sol. “Este tipo de produto jamais dispensa a aplicação de protetor solar”, adverte Nóris. Emulsão, loção, creme, óleo, gel, bastão labial, mousse, aerosol e pomada são as formas de apresentação dos diversos protetores e bronzeadores disponíveis nas prateleiras do comércio local.