Profissionais da saúde discutem prevenção na escola

Por Divulgação 13-05-2011 | 00:00:00
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Durante toda a última quinta-feira (12), mais de 130 pessoas, por turno, entre profissionais da saúde e educação e representantes de instituições de ensino, reuniram-se para discutir a saúde nas escolas, uma atualização dos profissionais que integram o Projeto Saúde e Prevenção nas Escolas. De acordo com o coordenador do grupo gestor, José Ricardo Fonseca, foi uma importante oportunidade para reunir profissionais de diferentes setores da saúde e educação, inclusive da saúde bucal e nutrição, com foco no adolescente. Desde 2008, 243 profissionais já foram capacitados para o projeto. O evento foi organizado pelo grupo gestor do Saúde e Prevenção nas Escolas, representantes das secretarias municipais de Saúde (SMS) e de Educação e Desporto (SMED), 5ª Coordenadoria Regional de Educação, 3ª Coordenadoria Regional de Saúde, UCPel, Associação Olojukam, Pastoral de DST/AIDS e representação de adolescentes e jovens. O Projeto busca promover a saúde sexual e saúde reprodutiva, visando à redução da vulnerabilidade de adolescentes e jovens às doenças sexualmente transmissíveis (DST), à infecção pelo HIV, à AIDS e à gravidez não-planejada. As ações são articuladas entre as escolas e as unidades básicas de saúde (UBSs). A cada ano, profissionais da saúde e da educação são capacitados para trabalhar com os jovens nas unidades. Em 2008 foram qualificados 26 profissionais da área da saúde e 39 da educação, de 16 escolas e 12 UBSs. Em 2009 foram 20 profissionais da saúde e 32 da educação, de 23 escolas e 16 UBSs. Em 2010 foram 34 profissionais da saúde e 92 da educação, de 46 escolas e 17 UBSs. Totalizando 243 profissionais. Participantes do Encontro de Atualização dos Profissionais de Saúde e Educação: Turno da manhã: 135 pessoas Turno da Tarde: 148 pessoas Escolas: 36 Unidades Básicas de Saúde: 29 Confira os específicos do projeto: >> Incentivar o desenvolvimento de políticas públicas voltadas para a promoção da saúde sexual e reprodutiva, com a redução da incidência das doenças sexualmente transmissíveis e da infecção pelo HIV na população jovem. >> Ampliar parcerias entre escolas, instituições governamentais e não governamentais visando à integração de esforços para a formação integral do educando. >> Fomentar a participação juvenil para que adolescentes e jovens possam atuar como sujeitos transformadores da realidade. >> Apoiar ações de formação continuada para profissionais de educação e saúde para responder às diferentes situações relacionadas à vivência da sexualidade no cotidiano dos jovens escolarizados. >> Contribuir para a redução da incidência de gravidez não-planejada na população adolescente e jovem. >> Contribuir para a redução da evasão escolar relacionada à gravidez na adolescência. >> Fomentar a inserção das técnicas relacionadas à educação no campo da sexualidade ao cotidiano das práticas pedagógicas dos professores. >> Promover a ampliação da capacidade de acolhimento das demandas em saúde da população jovem nas unidades básicas de saúde. >> Constituir uma rede integrada entre saúde e educação para colaborar na redução dos agravos à saúde da população jovem. >> Promover o diálogo na família, na comunidade e integrá-las ao Projeto. >> Desenvolver ações inclusivas, considerando as pessoas como necessidades educacionais especiais, de modo a favorecer a vivência da sua sexualidade com autonomia e proteção social. >> Promover a elaboração de materiais didáticos-pedagógicas que possibilitem a acessibilidade de jovens com deficiência auditiva e visual, prevendo a publicação dos materiais em Braile. >> Construir redes para a troca de experiências entre participantes do projeto. >> Contribuir para a sustentabilidade das ações de promoção do projeto, visando a consolidar políticas públicas de proteção à adolescência e à juventude. >> Contribuir com propostas para a prevenção da violência no ambiente escolar.

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