Projeto de R$ 777 mil da APL da Saúde é aprovado na AGDI

Por Divulgação 30-03-2017 | 00:00:00
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Um projeto desenvolvido pelo Arranjo Produtivo Local do Complexo Industrial da Saúde (APL CIS) de Pelotas e região foi aprovado pela Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento (AGDI). Orçada em R$ 777.334,93, a iniciativa vai buscar meios de intercionalizar produtos e serviços do CIS, através de qualificação técnica e inteligência comercial, para acesso a novos mercados. Para a realização do projeto, o APL-CIS será instalado em breve no Parque Tecnológico de Pelotas. As metas são a qualificação dos produtos e processos das empresas para atendimento aos requisitos normativos nos países-alvo e o desenvolvimento de expertise local para o comércio internacional, incluindo missões a eventos internacionais para os primeiros negócios. Pelotas abriga o maior pólo industrial de equipamentos eletromédicos e de equipamentos assistivos para saúde do Estado. O APL CIS foi criado através da cooperação entre instituições de ensino e pesquisa, empresas produtoras de materiais médico-hospitalares e lideranças de associações de classe, todos localizados na região de abrangência do Conselho Regional de Desenvolvimento da Região Sul (COREDE SUL). Segundo a presidente do APL CIS, Sandra Bergmann Schneider, o projeto quer impulsionar no âmbito local a indústria farmacêutica e de equipamentos para saúde, visando diminuir a dependência do país a esses produtos. O déficit na balança comercial anual no país está no patamar superior a 10 bilhões de dólares. Mais informações sobre o APL SIS podem ser obtidas em http://wp.ufpel.edu.br/aplsaudepelotas. APL CIS Oito empresas fazem parte do APL-CIS: Amplivox, Contronic, Freedom, Lifemed, Laboratório Antonello, Detecta DNA, O.S. Systems e Yller. Financiamentos com o poder público têm alavancado essas empresas, como a parceria entre a Lifemed e o Ministério da Saúde e Fiocruz, que adquiriu equipamento de diagnóstico rápido de HIV, rubéola, sífilis, toxoplasmose e hepatite B; o aporte de bancos de desenvolvimento para a Yller Biomateriais produzir materiais odontológicos consumíveis, como adesivos, resinas, silicones, selantes, cimentos dentários e clareadores; e o financiamento em 2016 do Badesul para a Contronic, destinado a um projeto que envolve a criação de novos produtos para diagnóstico/reabilitação e exportação, no valor de aproximadamente R$ 1,5 milhão.

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