Projetos orçados em R$ 63 milhões em análise técnica na Caixa

Por Divulgação 09-08-2011 | 00:00:00
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A extensão da cobertura do saneamento básico de Pelotas para 90%, pelos próximos 30 anos, ou o investimento de R$ 63 milhões depende da fase de análise técnica de três projetos: Estação de Tratamento de Água (ETA) São Gonçalo, Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Novo Mundo e Coletor Geral 3 (CG3), ambos na Zona Norte. A meta do governo municipal é finalizar todos os processos licitatórios destes empreendimentos até o final de 2011. Secretário-executivo da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP) da Prefeitura, Jair Seidel reúne-se hoje (9), em Porto Alegre, com o analista de Projetos da Gerência de Desenvolvimento Urbano (Gidur) da Caixa Econômica Federal, Michael Herrera. Acompanhado pelo superintendente do órgão, Raul Odone, o gestor discute os planejamentos para verificação de viabilidade e atendimento dos pré-requisitos do programa de financiamento federal, o PAC 2. O prazo limite, informa Seidel, para conclusão da avaliação dos peritos da Caixa é dia 30 de agosto, quando deverá iniciar o período de concessão de aval para lançamento dos editais das concorrências públicas. “A diretriz do banco é começar as obras somente a partir de janeiro de 2012, no entanto a equipe da UGP vai empreender todos os esforços possíveis na tarefa de providenciar as licitações ainda nesse ano”, afirma o secretário da Unidade. Seidel enfatiza que o objetivo do prefeito Adolfo Antonio Fetter, com o projeto municipal Saneamento para Todos, consiste no tratamento de mais de 90% de todo o esgoto da cidade, sobretudo com a implantação desta quinta ETE. “E na solução definitiva do problema de abastecimento do Município por pelo menos três décadas”, acrescenta. Levantamento da administração de Fetter revela a aplicação, somente no setor, de recursos equivalentes a todo o montante que a Prefeitura desembolsou em dez anos consecutivos, em todas as áreas. “O total chega a R$ 87 milhões”, assinala o prefeito. Deste valor, R$ 36,4 milhões vão para a coleta e o tratamento de esgoto, R$ 45 milhões ao abastecimento e tratamento de água e R$ 6 milhões para a usina de triagem e compostagem de lixo. Somente no biênio 2008-2009, exemplifica Fetter, foi empregada verba que ultrapassou a casa dos R$ 35 milhões por ano, três vezes mais do que o investido por todas as gestões anteriores somadas.

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