Protocolo disciplina atendimentos em traumatologia e ortopedia
Às 11h30 desta terça-feira (29) a Secretaria de Saúde, representada pela titular da pasta, Arita Bergmann, e o Hospital Universitário São Francisco de Paula (HUSFP/UCPel), representado pelo diretor geral do Pronto Socorro de Pelotas, José Francisco Pereira da Silva, assinaram protocolo de acesso dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) aos serviços de traumatologia e ortopedia de urgência e emergência. Às 17h de hoje, o documento será assinado também pelo diretor técnico da Santa Casa de Misericórdia, José Augusto Froner Bicca. “O protocolo visa organizar o fluxo dos pacientes, determinando, através de uma classificação por situações, em qual instituição devem ser atendidos e, quando for o caso, permanecer internados”, explicou a secretária. Arita adiantou que nos casos de fratura exposta ou de suspeita de fraturas os pacientes devem dirigir-se diretamente ao PS de Traumatologia e Ortopedia da Santa Casa; algumas situações específicas de politraumatologia grave ou outros em que o paciente foi primeiro atendido no pronto-socorro e encontra-se impossibilitado de remoção, o médico traumatologista da Santa Casa se deslocará para avaliá-lo; os quadros estáveis, mesmo que tenham recebido o primeiro atendimento no PS geral, serão absorvidos pelo PS de Traumatologia e Ortopedia da Santa Casa. Diretor-técnico da Santa Casa, Bicca ratifica que o protocolo é um importante instrumento, que vem a ajudar na regulação do atendimento aos pacientes de traumatologia, sobretudo porque estabelece a normatização que já vinha sendo aplicada pelas instituições, mas que agora será melhor conhecida pela população. Diretor geral do PS, Silva contou que as normas do protocolo foram estabelecidas de comum acordo pela Santa Casa e HUSFP, após uma reunião com integrantes de ambas as instituições, e afirma que o documento disciplinará os serviços. “O protocolo deixa bem claro quais os casos que serão atendidos por cada PS, dependendo das situações, o que evitará futuras confusões e deslocamentos desnecessários dos pacientes e, consequentemente, evitará muitas reclamações”, ponderou Silva.