Qualidade da sinalização depende também da preservação

Por Divulgação 06-08-2007 | 00:00:00
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“A conservação dos materiais de sinalização nos logradouros públicos passa fundamentalmente pela conscientização da comunidade”. A afirmativa é do diretor do Departamento de Sinalização e Manutenção da Secretaria de Segurança, Transporte e Trânsito (SSTT), Jesus David ao detalhar o trabalho diário de recuperação de placas.

Atualmente o departamento tem respondido pela colocação de aproximadamente 250 placas de trânsito por mês. Segundo David 20% deste material é produção nova e o restante envolve a recuperação. Pichações, depredação com ranhuras e amassados, colagem de propaganda são os problemas mais comuns. “Muitas vezes a manutenção fica prejudicada porque a sinalização recuperada, em alguns casos, em menos de quinze dias precisa ser reparada”, lamentou David, pedindo o apoio da população para a preservação. Outros fatores que agrava o problema são os furtos dos materiais que compromete o trabalho em outros pontos da cidade.

Conforme o cronograma de atividades do departamento, recentemente 16 novos quebra-molas receberam sinalização horizontal (pintura) e vertical (placas) novas. Os pontos recuperados estão nas avenidas Cidade de Lisboa, Pinheiro Machado e ruas Major Francisco Nunes de Souza, Sete de Abril, Frederico Basto e Mário Peiruque, além do novo quebra molas que está sendo colocado na avenida Dom Joaquim em frente ao canteiro central da avenida República do Líbano. Os próximos logradouros a terem suas sinalizações revitalizadas são as ruas Carlos Gotuzo Giacoboni, Almirante Guilhobel e Frontino Vieira.

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