Reunião em Brasília discute liberação de R$ 20 milhões a Pelotas

Por Divulgação 09-09-2010 | 00:00:00
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Pelotas poderá captar R$ 20 milhões da União para execução de empreendimentos nas áreas de saúde, educação, assistência social, esporte e lazer. A informação é do coordenador geral da Unidade Gerenciadora de Projetos (UGP) da Prefeitura, Jair Seidel, que participa durante todo o dia de hoje (9), em Brasília, da reunião convocada pela direção do PAC 2 e os Ministérios envolvidos. As instruções estão sendo fornecidas aos gestores públicos de todos os municípios com mais de 50 mil habitantes, compondo uma primeira fase do programa. Acompanhado na capital federal pelo coordenador-adjunto da Unidade, Raul Odone, e o secretário municipal de Saúde, Francisco Isaías, Seidel antecipa que existe a possibilidade, na nova etapa, de apresentar 42 projetos. A União acenou hoje com a viabilidade de subsidiar a construção, em Pelotas, de dez escolas infantis, dez Unidades Básicas de Saúde (UBS), dez Unidades de Pronto-atendimento (UPA), dez quadras poliesportivas e duas praças completas, com ginásio e infraestrutura de treinamento para bairros com população que recebe poucos rendimentos. “Os secretários responsáveis por estas ações, juntamente com a UGP, precisarão discutir mais detalhadamente locais, demandas e exequibililidade das obras”, avalia Seidel. Segundo coordenador, a Prefeitura de Pelotas deverá entregar, à equipe técnica do PAC 2, as cartas consultas ou os pré-projetos entre os dias 20 de setembro e 29 de outubro próximos. Após a definição dos planejamentos aprovados pelo governo federal, todos os órgãos envolvidos providenciarão os projetos executivos. Na avaliação de Seidel, é de grande relevo este pacote de benfeitorias acenadas pela União. “São ações voltadas diretamente à questão social para atender necessidades básicas, como saúde e educação”, enfatiza o coordenador. Para o secretário de Saúde, Francisco Isaías, o destaque é a perspectiva de novos investimentos em infraestrutura para melhorar o cenário atual: 45 postos de saúde com mais de 30 anos. Além de muito antigos, alguns deles são alugados e exigem reformas por vezes inviáveis técnica e financeiramente. “O PAC 2 enseja que toda a aplicação de dinheiro público se traduza em ampliação de iniciativas principalmente para a área da saúde da família e a qualificação da rede existente”, comemora Isaías. De acordo com a análise do titular da pasta municipal, a oferta de recurso a fundo perdido, que dispensa a necessidade de contrapartida do erário municipal, permitirá, ainda, uma nova Unidade de Pronto-Atendimento (UPA), dotada de capacidade para mais de 100 mil habitantes.

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