Sabor de Pertencer ainda pode ser vista nesta sexta no Bistrô da Secult
Paralelamente, a exposição fotográfica “Entre o Cimento e a Vida" fica no saguão da Prefeitura até o dia 5/06
Esta sexta-feira (1º/06) é o último dia para ver, no Bistrô da Secretaria de Cultura (Secult), a exposição “Sabor de Pertencer”, que apresenta registros de pessoas celíacas vivendo momentos simples, mas profundamente significativos: o de consumir, com segurança e prazer, alimentos tradicionalmente associados ao convívio afetivo e social. Realizada pela no Glú Cucaria e Padaria Inclusivas e pelo fotógrafo Estéfano Lessa, também celíaco, com apoio da Prefeitura de Pelotas, a exposição busca ampliar o debate sobre inclusão alimentar e sensibilizar a comunidade, por meio da arte e da fotografia, para a doença celíaca, condição autoimune desencadeada pela ingestão de glúten, proteína presente no trigo, centeio, cevada e aveia.
A proposta é levar, durante o Maio Verde, conhecimento sobre a doença celíaca e promover reflexões sobre inclusão alimentar, segurança e pertencimento", explica a jornalista e sócia-proprietária da no Glú, Valéria Cunha. Ela conta que, atualmente, estima-se que cerca de 80% das pessoas celíacas no Brasil ainda não possuem diagnóstico, o que impacta diretamente em sua qualidade de vida.
Fotos: Tobias Bernardo/Secom
A Casa Dois fica na Praça Cel. Pedro Osório, 2, esquina das ruas Félix da Cunha e Lobo da Costa. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira, das 8h às 14h, horário do expediente da Prefeitura.
Exposição fotográfica na Prefeitura
Paralelamente, na Sala Frederico Trebbi, localizada no Paço Municipal da Prefeitura de Pelotas, a exposição fotográfica “Entre o Cimento e a Vida: usos populares do patrimônio no centro de Pelotas/RS” reúne 24 imagens autorais, produzidas a partir de pesquisa sobre os usos cotidianos do patrimônio edificado no Centro Histórico de Pelotas, especialmente na Praça Coronel Pedro Osório e seu entorno.
Com curadoria das pesquisadoras Fabíola Souza e Maria Raiane dos Santos e participação do fotógrafo Hamilton Oliveira Bittencourt Júnior e da museóloga Nicólly Ayres, a exposição pretende estimular a reflexão sobre as múltiplas formas de apropriação, permanência e pertencimento construídas por diferentes sujeitos sociais nesses espaços, propondo uma leitura do patrimônio para além de sua dimensão monumental e institucional. Além das imagens, a exposição conta com texto de apresentação e uma proposta interativa voltada ao público visitante.
Fotos: Tobias Bernardo/Secom
Localizada na Praça Cel. Pedro Osório, 101, esquina do Largo do Mercado, a exposição pode ser visitada de segunda a sexta, até as 17h.