Samu comemora cinco anos com jantar e seminário
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), vinculado à Secretaria da Saúde (SMS), comemora cinco anos de funcionamento em Pelotas – comemorado no dia 26 de agosto – com um jantar e um seminário de capacitação aos funcionários. O evento terá início às 20h desta sexta-feira (17), no salão do Clube Cruzeiro (à rua Álvaro Chaves, 762) e deverá contar com a presença do prefeito Adolfo Antonio Fetter, do secretário de Saúde, Francisco Isaías, de toda a coordenação do Serviço, funcionários e autoridades convidadas. Em cinco anos, foram realizados cerca de 124 mil atendimentos à população pelotense, sendo que destes, 84 mil foram considerados pertinentes e 40 mil não pertinentes, 25% do total foram referentes a acidentes. Criado por iniciativa do Ministério das Minas e Energia em 2003, está comprovado que a prestação de socorro imediato reduz o número de óbitos, o tempo de internação e as sequelas nos pacientes. Em Pelotas, o Samu conta com quatro ambulâncias comuns, com socorrista, e uma avançada, com acompanhamento de médico, que viabilizam o atendimento diário, a qualquer hora, de cerca de 50 pacientes em situação de urgência e emergência. Em breve, uma motolância integrará a equipe, agilizando atendimentos que exigem rapidez e evitando deslocamentos desnecessários das ambulâncias. Com autorização do Governo do Estado, assim que for concluída a reestruturação da área e do sistema, o Samu de Pelotas passará a regular toda a Zona Sul – os municípios envolvidos já assinaram a concordância. Sob coordenação de Edi Marlene Monteiro, a equipe local é formada por 65 profissionais, entre médicos (14), enfermeiros (5), técnicos em enfermagem (14), telefonistas (8), radio-operadores (3), condutores e pessoal da limpeza. O atendimento de urgência e emergência pode ser acionado através do telefone 192. A ligação gratuita é atendida por um telefonista auxiliar de regulação médica, que registra os dados de identificação, do local da ocorrência e um breve relato do acontecimento. Em seguida, a ligação é repassada para o médico regulador, que, diante de um diagnóstico prévio, envia uma ambulância de suporte básico ou avançado (com equipamentos de Unidade de Tratamento Intensivo - UTI), ou nos casos em que considerar desnecessário, orienta o cidadão no que fazer. Um dos maiores problemas enfrentados ainda é o número excessivo de trotes telefônicos, que acabam por manter a linha ocupada em momentos que poderiam estar recendo chamadas importantes.