Secretário de Saúde tenta liberar obra do Castelo Simões Lopes

Por Divulgação 10-09-2010 | 00:00:00
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O secretário municipal de Saúde de Pelotas, Francisco Isaías, procura articular, em Brasília, melhorias para o Município. Entre ontem e hoje (9 e 10) pela manhã, esteve na Secretaria de Patrimônio da União (SPU), no Ministério do Planejamento, onde tenta conseguir um documento que autorize a Prefeitura a construir uma nova unidade de saúde no mesmo terreno em que há um prédio do Ministério da Agricultura, ao lado do Jockey Club. “Este terreno era, originalmente, da Prefeitura e foi doado ao governo federal, mas somente uma parte foi usada. Insistimos neste local pela mobilidade que permite, com fácil acesso a ônibus de diversas partes da Zona Norte. Seria perfeito para construção de uma unidade maior, que fosse referência para todas as comunidades das Três Vendas”, argumentou Isaías. A solicitação de devolução de parte do terreno foi protocolada pelo prefeito Adolfo Antonio Fetter em 2008. O secretário explicou que, no momento em que se conseguir a garantia do espaço, será aberta discussão com a comunidade para decidir se o mais adequado seria uma Unidade Básica de Saúde (UBSs) ou uma Unidade Básica de Atendimento Imediato (Ubai), a exemplo da recém inaugurada no Navegantes. Simultaneamente, Isaías está pleiteando autorização para dar início à reforma do Castelo Simões Lopes, no bairro Simões Lopes, no qual funcionava um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) – o prédio precisou ser interditado devido à precariedade da estrutura. “Estamos fazendo adequações ao projeto para que o prédio possa ter um mínimo de uso já a partir da primeira fase da obra, atendendo à exigência da Caixa Econômica Federal para liberar o dinheiro”, explicou o secretário. A obra toda está orçada em R$ 1,2 milhão, sendo que os R$ 400 mil iniciais seriam destinados a fazer um telhado novo e reparar infiltrações na estrutura. “Agora este dinheiro terá que contemplar também um banheiro e algumas outras prioridades, para que o local tenha condições mínimas de uso após conclusão da primeira etapa da obra”, ponderou Isaías. O secretário explicou que o contratempo administrativo ocorreu a partir da mudança, como unidade executora do projeto, do Fundo Nacional de Saúde para a Caixa, que demandou novas exigências. A verba para a construção da unidade de saúde na Zona Norte e para a primeira etapa da reforma do Castelo Simões Lopes foram garantidas no Orçamento da União de 2008, por intermédio de Emenda Parlamentar (EP) do deputado federal Afonso Hamm (PP/RS).

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