SMA define Comissão de Alienação para próximo leilão

Por Divulgação 23-08-2011 | 00:00:00
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A composição da Comissão de Alienação do próximo leilão de bens inservíveis da Prefeitura, que será realizado na segunda quinzena de novembro, foi definida em reunião, na manhã de hoje (23), pela equipe da Secretaria Municipal de Administração (SMA). Pertencerá, ao grupo que organizará e promoverá a venda pública, como presidente, o chefe de gabinete do órgão, Luís Carlos Portella Kratz. No encontro de trabalho desta terça-feira (23), foram escolhidos, como membros, a gerente de Recursos Humanos e Pessoal, Vanessa Folha de Oliveira; a supervisora de Capacitação e Desenvolvimento da secretaria, Vasthi Caetano da Silva; a supervisora de Apoio, Dulce Dias; e o economista da SMA, Edmar Kroning. Na ocasião, também foi decidido o local de realização do pregão: avenida Bento Gonçalves, 4588, ao lado do Horto Municipal. Sobre o empenho da equipe da secretaria, Caruccio assinalou que “uma força-tarefa entre funcionários, qualificados e experientes, está sendo feita a fim de formatar, com máximo de qualidade e faturamento, o leilão de novembro”. Adicionalmente, Kratz informou a necessidade de contratação de pessoal para recolhimento de itens dos lotes 11 e 12, da comercialização de julho, que foram arrematados, mas não retirados do depósito. “Solicitamos aos secretários e superintendentes, que ainda não entregaram listagens com os produtos sem utilidade à Prefeitura, que o façam ou enviem, à SMA, documento oficial com declaração de inexistência de bens inservíveis”, afirma o presidente da Comissão. No final do mês passado, por orientação de Caruccio, todos os gestores da municipalidade receberam circular para catalogação, registro e não deslocamento de qualquer equipamento ou veículo, sem autorização prévia. Conforme diretriz do secretário, o superintendente do Departamento de Veículos e Oficinas (DVO), Gilnei Al-Alam, concluiu o relatório dos bens sem uso ou onerosos de várias secretarias. Aos equipamentos de informática, a Coinpel deverá apresentar parecer de inutilidade e, aos eletroeletrônicos, empresas terão de entregar laudos técnicos que atestem obsolescência, inexistência de peças ou reparo com ônus aos cofres públicos. Outra intenção do governo é consultar comerciantes do setor de automóveis e caminhonetas usadas para realização do cálculo dos valores, o mais aproximado possível da realidade. Todos os participantes da audiência desta manhã foram unânimes na forma de oferta dos produtos com alguma condição de operação: individualmente, com laudo e avaliação financeira em separado. “Queremos evitar que, por algum equívoco, sejam superfaturados. Por exemplo, um lote de sucatas não pode conter um carro inteiro e em funcionamento”, antevê Caruccio. A estratégia política do prefeito Adolfo Antonio Fetter, com a realização de hastas públicas – que rompem com 20 anos de ausência de licitações desta natureza –, consiste na transformação de mercadorias imprestáveis em recursos financeiros destinados, sobretudo, a ações sociais e obras no Município.

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