Técnicos da Prefeitura atentos à qualidade da pavimentação
Técnicos da Prefeitura e representantes da empresa responsável pela execução da primeira etapa da pavimentação do projeto Pelotas Pólo do Sul realizam esta semana a vistoria final nas obras. A revisão detalhada das 27 ruas atestará se foram cumpridos todos os termos do contrato, para que seja emitido então o termo de recebimento final das obras – por enquanto foi entregue apenas o recebimento provisório. A partir da emissão deste documento a Prefeitura conta ainda com um ano de garantia, para cobrar da empresa o conserto de eventuais falhas.
A manutenção do asfalto onde surgirem defeitos por causas imprevisíveis, como deficiências no solo ou a necessidade de conserto de canalização por parte do Serviço Autônomo de Saneamento de (Sanep), por sua vez, é de responsabilidade da Prefeitura, por meio da Secretaria de Obras. A pasta dispõe da estrutura completa para conservar o pavimento. A regra vale para as mais de cem ruas pavimentadas por meio do Pelotas Pólo do Sul este ano nas quatro etapas já finalizadas, tenham elas sido asfaltadas com CBUQ ou com tratamento superficial duplo invertido (TSD).
É o caso de problemas pontuais que surgiram na Dom Pedro II e General Osório, ruas que receberam a capa asfáltica na primeira etapa do Pólo do Sul. O projeto prevê que as paradas do transporte coletivo destas vias recebam placas de concreto, para garantir a durabilidade do piso nestes locais de tráfego pesado. Estas, entretanto, estavam previstas em um segundo edital, que teve que ser refeito em função de novas exigências do Banco Mundial, o que acabou por atrasar o início da fixação das placas – marcada agora para o dia 10 de dezembro. Com isso a circulação dos ônibus ocasionou defeitos no asfalto, que têm sido consertados pela Secretaria de Obras e serão resolvidos definitivamente após a conclusão da pavimentação com placas de concreto.
O coordenador da Unidade Gestora de Projetos, Jair Seidel, lembra que o projeto Pelotas Pólo do Sul já propiciou a pavimentação de 65 quilômetros de vias, e que nesse universo é natural o surgimento de problemas pontuais. “Realizamos vistorias rotineiras em todas as obras e cobramos: se ocorrer algum defeito técnico no período de um ano da entrega da obra a empreiteira se responsabiliza pelo conserto, e se for verificado um problema natural a Prefeitura executa a manutenção”, explica. Além disso, o Executivo realiza testes laboratoriais para assegurar a qualidade do asfalto aplicado pela empresa e garantir que todas as obras sejam entregues dentro das normas técnicas.